João Pessoa sedia encontro sobre os perigos dos agroquímicos e reforça necessidade do uso de equipamentos preventivos

Técnicos e profissionais de Agronomia, Recursos Humanos, Segurança e Saúde Ocupacional e Médicos do Trabalho das empresas ligadas ao setor sucorenergético da Paraíba participaram, na última terça-feira (05), de uma palestra sobre os perigos dos produtos químicos utilizados na produção agrícola, evento que contou com a palestra do professor da UNICAMP e presidente da Associação Brasileira de Prevenção e Controle de Emergências Ambientais, Dr. Ângelo Zanaga Trapé.

O evento aconteceu na sede da Superintendência do Ministério do Trabalho e Emprego, no centro de João Pessoa, e foi promovido pelo Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol/Álcool do Estado da Paraíba (Sindálcool).

Segundo a assessora de comunicação da ASPLAN, News Comunicação, durante o evento foi distribuído um texto aos participantes do encontro, onde Zanaga explica que os efeitos adversos causados pela exposição aos agrotóxicos variam dependendo do tipo de exposição, do tempo, do tipo do produto e da quantidade, reforçando, mais uma vez, que esses efeitos são minimamente reduzidos em função da tecnologia de aplicação e da tecnologia de proteção dos EPI’s. “Ainda de acordo com o texto, o Brasil tem uma população economicamente ativa envolvida em atividades agropecuárias estimada em 20 milhões de pessoas que têm contato direto e/ou indireto com os agrotóxicos”, explica News.

Aquela assessoria informou que o I Encontro de Prevenção sobre toxicologia e agrotóxicos da Paraíba também teve a participação do Engenheiro Agrônomo da Asplan, Vamberto Freitas Rocha que fez uma apresentação sobre a importância da produção de insumos biológicos da Estação de Camaratuba evidenciando que na Estação, que é mantida pela Asplan, são produzidos insumos biológicos que possibilitam que os produtores de cana de açúcar paraibanos controlem de forma natural a broca-comum (Diatraea spp.) e a cigarrinha da Folha (Mahanarva posticata), que são duas pragas que atacam canaviais e pastagens.

News informou ainda que o encontro teve o objetivo de esclarecer dúvidas e demonstrar os procedimentos corretos de monitoramento da saúde dos trabalhadores na aplicação de agrotóxicos e teve ainda a participação da bióloga do Ceatox do Hospital Universitário, Dra. Fátima Marques, que falou sobre a atuação do Centro de Assistência Toxicológica da Paraíba que funciona 24h, num trabalho que acontece durante os sete dias da semana, no atendimento a vítimas de aranhas, serpentes e escorpiões.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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