Novo chefe da Embrapa Algodão concede entrevista a imprensa regional

A nova chefia da Embrapa Algodão, através do chefe eleito da unidade, Napoleão Beltrão, concedeu entrevista coletiva à imprensa regional em evento que aconteceu na última quinta-feira, 28 de fevereiro, no auditório da Embrapa na Rua Osvaldo Cruz no Bairro do Centenário.

Stúdio Rural compareceu ao evento e, além de fazermos parte no conjunto das perguntas elaboradas e feitas ao novo chefe, conversou ao final do evento com Valtemilton Cartaxo da área de comunicação e negócios da Embrapa; com a economista do setor administrativo daquela unidade, Maria Auxiliadora; com o gerente da Embrapa Transferência de Tecnologias, Heleno Alves de Freitas e com o novo chefe da unidade de pesquisas, Napoleão Beltrão.

Ao ser entrevistado, o representante da área de comunicação e negócios da Embrapa, Valtemilton Cartaxo, fala sobre o que se espera da administração de Beltrão a frente da chefia, dizendo acreditar que o novo chefe fará uma administração participativa já que teve a oportunidade de ser chefe e, desta forma, fará uma administração com contemplará os anseios daquela unidade de pesquisas. “O doutor Napoleão tem tudo pra fazer um grande trabalho como fez da outra vez que foi chefe do Centro, ao longo desses anos todos que assumiu chefia, ele é um camarada que gosta, ele tem um adjetivo na vida dele muito interessante que é gostar de participar e sempre acreditar naquilo que as pessoas chegam dizendo para desenvolver um projeto, isso é muito bom pra nós que trabalhamos na área de transferência de tecnologias ter uma pessoa que conhece as cultura que nós trabalhamos, que tem articulação que ele tem em termos institucional, com certeza ele vai formar uma equipe que vai ajudá-lo nesse processo”, revela Cartaxo.

Para a administradora da unidade de pesquisas, Maria Auxiliadora, o pesquisador Napoleão representa um nome de forte confiança em todos os meios, de forma que o contato feito com a imprensa foi algo bastante esclarecedor sobre o potencial da Embrapa para com as tecnologias a serem proporcionadas ao meio produtivo de todo o Brasil. “Acredito que hoje ele tem mais conhecimento adquirido, ele vai fazer uma excelente gestão e vai contribuir muito para o desenvolvimento da Embrapa Algodão e também da Paraíba que é onde a Embrapa está localizada”, argumenta.

Outro entrevistado, Heleno Alves de Freitas, fala sobre a participação de Beltrão na entrevista coletiva e diz que o pesquisador tem facilidade em falar com o público interno e externo à Embrapa o que tem feito com ele seja não somente um pesquisador que repassa os conhecimentos com facilidade, como também forte gestor daquela unidade de pesquisas.

O próprio Napoleão Beltrão fala sobre a experiência de dialogar com representações dos meios de comunicação do estado, afirmando ter nos meios a forma de levar mais longe e de forma eficiente as tecnologias desenvolvidas por aquela casa e pelas outras 41 unidades espalhadas por todo o Brasil além das unidades de cooperação internacional. “O importante é que a gente tenha esse diálogo com a imprensa e que a sociedade saiba sem distorção o que a unidade faz aqui dentro de Campina Grande e fora dela, porque o pessoal as vezes pensa que a Embrapa é só aqui, a Embrapa é o Brasil todo, é o mundo todo. Abrimos recentemente a Embrapa na África, em ACA, Gana, duas Embrapa na Europa, na Holanda e na Alemanha, uma Embrapa nos Estados Unidos e estamos abrindo na Venezuela”, comemora Beltrão.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural
Foto   : Raiza Tavares- Estagiária Embrapa.

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