Publicação do BNB faz diagnóstico sobre a fruticultura nordestina

A vocação natural do Nordeste para a fruticultura e os resultados modestos obtidos com a atividade são uma contradição que tem chamado cada vez mais a atenção de pesquisadores, empresários, produtores rurais, bem como de instituições públicas e privadas interessadas no desenvolvimento do agronegócio. A despeito das condições climáticas favoráveis, solos apropriados e água com qualidade para irrigação, muitas áreas destinadas ao cultivo de frutas apresentam baixas produção e produtividade, além de dificuldades de comercialização. Segundo a assessora de comunicação do BNB, Superintendência Estadual da Paraíba, Susana Rocha, estas adversidades levaram o BNB, por meio do seu Escritório Técnico de Estudos Econômicos (Etene), a realizar estudos minuciosos sobre a fruticultura na Região. “Os resultados desta pesquisa podem ser conferidos no livro “Fruticultura Nordestina: Desempenho Recente e Possibilidades de Políticas”, lançada pelo Banco recentemente”, relata a jornalista, acrescentando que a publicação de 302 páginas faz um diagnóstico sobre as principais áreas frutíferas do Nordeste brasileiro, mostrando pontos fortes e fracos de culturas como abacaxi, acerola, banana, caju, coco, goiaba, laranja, limão, mamão, manga, maracujá, melão e uva. O estudo, segundo ela, é de autoria dos pesquisadores José Ailton dos Santos, Francisco Raimundo Evangelista, Maria Odete Alves, Marcos Antônio dos Santos e Inácio José Bessa Pires, e tem no seu campo de amostragem fruticultores nordestinos, a maioria clientes do BNB, divididos em três categorias distintas de acordo com o desempenho, quais sejam: abaixo do esperado, intermediário e acima do esperado. “O livro qualifica o Nordeste como uma das poucas regiões do mundo com vantagens competitivas para elevar as exportações de frutas tropicais in natura para a Europa, Estados Unidos e Ásia, no período de outubro a abril, meses em que a oferta dos países do Hemisfério Norte é interrompida pelo inverno”, informa, lembrando que mais informações poderão ser obtidas no Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste – ETENE com Francisco Raimundo Evangelista 85 3299-3416 e ou Maria Odete Alves 85 3299-3281.Entre as vantagens do desenvolvimento da atividade na Região, a pesquisa ressalta o elevado índice de geração de empregos (de até cinco oportunidades de trabalho por hectare), a possibilidade de oferta de frutas em qualquer época do ano, e as condições ambientais, que propiciam a produção de frutas frescas de qualidade, com alto teor de sacorose dentre outras.Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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