Ribeira de Cabaceiras retoma discussão com parceiras na busca de fortalecer cultura do alho

A coordenação do Programa de Estudos e Ações para o Semiárido (PEASA/UFCG) participou no último dia 23, de uma reunião com parceiros do Projeto de Revitalização do Alho da Ribeira, financiado pela PETROBRÁS para a COOPAGEL tendo como beneficiária a Associação Ribeirense de Produtos de Alho (ARPA), no Distrito de Ribeira, município de Cabaceiras, Cariri paraibano.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>A informação é da assessora de comunicação do PEASA/UFCG, Helda Suene, explicando que participaram o coordenador geral do PEASA, Vicente de Paulo Albuquerque Araújo; o coordenador adjunto, Rossino Ramos; presidente da ARPA, Associação Ribeirence dos Produtores de Alho, Carlos José Duarte Pereira, José de Anchieta Souza (CUT), Francisco de Luis Queiroga (COOPAGEL) ; e Edlúcio Gomes de Oliveira(BNB), entre outros representantes da ARPA.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Ao contatar com a equipe Domingo Rural aquela assessora informou que a reunião teve como objetivo avaliar o nível de produção e a comercialização do alho produzido pelos agricultores que fazem parte do projeto desenvolvido na ARPA com o apoio de várias instituições entre elas o PEASA/UFCG, PaqTc-PB, BNB, COOPAGEL, EMBRAPA, Projeto Dom Helder, Escola Virgem de Lourdes e Secretaria de Agricultura de Cabaceiras. “A Escola Virgem de Lourdes, acreditando no êxito da revitalização da cultura do alho em Cabaceiras, assumiu como mais um projeto de responsabilidade social da instituição, entrou com o apoio de aproximadamente R$ 2.000, para a compra de embalagens e rótulos para a comercialização da pasta de alho e um Curso de Economia Solidária destinado aos produtores”, explica a jornalista, acrescentando que o Peasa e PaqTc-PB investiram na aquisição de 1.200 kg de sementes de alho, uma aplicação de aproximadamente R$ 3.000, para a compra de 50% das sementes selecionadas necessárias para o plantio do ano passado.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Suene lembrou que até o momento foram produzidas 153 caixas de pasta de alho com sal, contendo 12 potes de aproximadamente 300 gramas em cada caixa. “O objetivo é produzir 1.000 caixas com 12 unidades, que totalizariam 12 mil potes de pasta de alho”, relata, acrescentando que uma parte dessa produção foi armazenada em sementes para o plantio deste ano”.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Segundo a jornalista, cada caixa é comercializada pela ARPA por aproximadamente R$ 18,00 e que as instituições envolvidas no projeto estão empenhadas em resgatar a cultura do alho em Cabaceiras na expectativa de obter uma produção maior e de melhor qualidade, com previsão de colheita para o final deste ano e o beneficiamento em pasta de alho para o início de 2011. “A COOPAGEL vai fazer um levantamento da área plantada para uma perspectiva do lucro que será obtido pelos cooperados”, explica.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>O presidente da Associação Ribeirense dos Produtores de Alho, Carlos José Duarte Pereira, conversou com nossa equipe sobre a importância das entidades parceiras no fortalecimento da cultura naquele região que já é tradicional na produção da cultura e agora aponta com possibilidades de trabalhar numa modalidade sustentável que é: em primeiro lugar a produção agroecológica, em segundo o processo de agregação de valor ao produzido em terceiro lugar fortalecer a direção da entidades e seus associados para que busquem os espaços de mercados diretos ao consumidor dentre outras. “Foi uma reunião bastante positiva, onde a gente conseguiu mais apoios através da importante parceria que já temos com a Universidade Federal de campina Grande e com o Parque Tecnológico e o PEASA que está garantindo mais credibilidade e temos com isso mais qualidade no produto com o apoio da Escola Vigem de Lourdes”, explica Carlos José ao dialogar com nossa equipe Domingo Rural e garantiu que, baseados nos apoios(Clique e leia) que vêm sendo recebidos por parte da entidades parcerias na produção desta safra 2010, os agricultores já acreditam que terão mais estabilidade no projeto de revitalização da cultura do alho e esperam aumentar o número de agricultores dentro do projeto, podendo comprar mais alho em toda a região para agregar valor através da transformação do produto em pasta.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

Compartilhe se gostou

Deixe seu comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Campos marcados como (obrigatório) devem ser preenchidos.

Newsletter

Através da nossa newsletter você ficar informado, o informativo do estudo rural já conta com mais de 20 mil inscritos, faça parte você também.

Back to Top