Secretário do Desenvolvimento fala sobre ações de apoio à Festa do Algodão agroecológico de Remígio

A cidade de Remígio sediou durante os dias 06, 07 e 08 deste mês a festa do algodão agroecológico envolvendo agricultoras e agricultores experimentadores na prática do plantio do algodão agroecológico integrado com culturas tradicionais da agricultura familiar local, de entidades locais da agricultura familiar, pesquisa, extensão e empresas interessadas no produto que já está sendo beneficiado e vendido, no estado, no país e no mundo.

Pra falar sobre o evento, sobre as técnicas de produção agroecológicas e sobre o apoio governamental nas ações trabalhadas é que Stúdio Rural entrevistou o secretário paraibano do Desenvolvimento da Agropecuária e Pesca, Marenilson Batista da Silva(foto), que classificou o evento como já consolidado no calendário de eventos daquele município e território da Borborema já que conseguiu lograr êxitos mesmo após os anos de 2012 e 2013, tido como de seca acentuada que supera os últimos 30 e ou 40 anos. “Acho que foi extremamente positivo apresentar essa nova maneira de viver, essa nova maneira de você fazer o desenvolvimento com sustentabilidade, com respeito ao meio ambiente, com respeito as pessoas sem agredir ao meio ambiente e com produção”, explica dizendo que a secretaria governamental está cada vez melhor definida em apoiar iniciativas que primem pela produção qualificada que respeite o agricultor trabalhador rural, o meio ambiente e a vida do consumidor.

Batista explicou que a festa constou enquanto comemorativo das possibilidades e resultados produtivos e ao mesmo tempo para mostrar as pessoas que, com estratégias produtivas é possível produzir de forma limpa e sustentável. “Além do mais ter feito um evento de raízes com o povo onde tivemos o desfile do algodão agroecológico com a participação das agricultoras e agricultores de Remígio e região, a orquestra sanfônica que foi um momento muito importante, os artistas da terra fazendo homenagem ao músico Altieres Estevam, choro sendo tocado pelo quinteto da Universidade Federal, tivemos oportunidade de ter Os Nonatos, emboladores de coco, cantadores de viola e exposição de animais, de ter feira agroecológica, ou seja, realmente para nós do governo do estado, e eu como remigense, foi fundamental. Estivemos lá com toda a estrutura da Secretaria da Agricultura do estado mostrando o que estamos construindo e acho que foi um evento grandioso e eu gostaria de parabenizar o prefeito Chió, o vice-prefeito André porque realmente eles fizeram uma boa condução do evento”.

Marenilson explicou que no sábado, diversas atividades foram realizadas e na parte da tarde o governador do estado, Ricardo Coutinho, visitou o evento juntamente com o vice-governador Rômulo Gouveia, deputado Luiz Couto dentre outros, momento em que conheceu o local onde será construída uma escola pelo Pacto do Desenvolvimento Social além da entrega de materiais esportivos para equipes de futsal, futebol de campo e vôlei. “Remígio teve a oportunidade de receber o governador Ricardo, o vice-governador Rômulo Gouveia, o deputado Luiz Couto, deputado Luiz Couto trouxe uma série de emendas para o município, emendas destinadas a recuperação de praças, um ônibus que está chegando e todo um equipamento, carro e estrutura para o Conselho Tutelar exatamente para que as pessoas tenham condições de trabalhar melhor. O governador veio visitou o local onde vai ser construído uma escola de padrão de qualidade na comunidade Lagoa do Mato, mostrou também todo o trabalho com os recursos que vieram do Empreender com mais de R$ 300 mil reais, recursos do Cooperar, mostrar também o trabalho que está sendo feito pela assistência técnica agroecológica mostrando o que está sendo construído, a questão de recuperação de escolas também que já foram feitas e também uma ambulância que está prestes a chegar em Remígio, ou seja, além da celebração com sua participação também trazer que acho importante o testemunho do governador de que o caminho da agroecologia é o caminho também que ele acredita e eu acho que isso é importante porque quando um gestor público, um governador diz que quem quiser colocar veneno que coloque, no entanto ele vai priorizar os projetos que trabalha com a questão da agroecologia, eu acho que isso é muito bacana”.

Batista falou sobre os entraves para produzir algodão durante esses anos de severa seca, mas evidenciou as práticas agroecológicas como suporte facilitador para superar esses entraves, citando o Assentamento Margarida Maria Alves, no município de Juarez Tavares,em que as famílias plantaram algodão colorido orgânico em área de cerca de 15 hectares cultivados, com produtividade de 1.500 quilos por hectares e que a produção está sendo vendida ao preço de R$ 9,40 o quilo da pluma, traduzindo numa cultiva remuneradora.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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