Transferência de Tecnologia discute semente de algodão com línter e soerguimento da batatinha

O gerente da Embrapa Transferência de Tecnologias, escritório de negócios de Campina Grande, Lenildo Dias de Morais(foto), participou do 16º Congresso Brasileiro de Sementes que aconteceu de 31 de agosto a 3 de setembro, em Curitiba-PR. No encontro ele discutiu ações de interesse da agricultura familiar da região semiárida produtora do algodão agroecológico e da microrregião do agreste e Brejo paraibano na busca do soerguimento da cultura da batatinha a partir de unidades produtivas de sementes da cultura em parceria com entidades de agricultores vinculadas ao Pólo Sindical e das Entidades da Borborema.

Dias disse que a participação teve importância para a região já que ele dialogou com representações do Ministério da Agricultura presentes naquele evento sobre a edição de uma norma que permita a comercialização e uso da semente do algodão agroecológico com línter pela agricultura agroecológica de toda a região. style=mso-spacerun: yes>  “Isso realmente é uma tecnologia que a gente tem conhecimento que não tem nenhum problema e que tem uma norma impeditiva, o próprio Centro do Algodão já permite, já tem um parecer técnico de que o algodão com línter não causa problema ao meio ambiente nem ao agronegócio como um todo da agricultura familiar, e nós arrancar isso significa que a comercialização da semente do algodão para a agroecologia poderá ser feita com o línter”, revela Dias de Morais ao falar com os ouvintes dos programas rurais de Stúdio Rural e suas parceiras.

Ele anunciou também recursos tecnológicos para a formação de duas unidades demonstrativas e de multiplicação de batatinha semente orgânica para o território da Borborema a partir de variedades desenvolvidas pela Embrapa da cidade de canoinhas-SC, tecnologias e conhecimentos que estão sendo dialogados com entidades de agricultores e agricultoras agroecológicos da região do Compartimento da Borborema tradicionalmente produtores da cultura que vem passando por uma forte crise em seu modelo. “A idéia nossa é fazer um diálogo com os agricultores e com as associações e sindicatos da região para que a gente possa discutir a revitalização da batata na região que, num passado não muito distante, representou para a região do Território da Borborema um importante produto e nós entendemos que há espaço e nós temos disponível tecnologias que podem ser aplicadas na região novamente”.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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