Transferência de Tecnologias realiza dia de campo sobre arroz vermelho no Sertão da Paraíba

A Embrapa Transferência de tecnologia, escritório de Campina Grande, realizará na próxima quinta-feira e sexta-feira(14 e 15), eventos de divulgação do arroz vermelho em municípios do Sertão da Paraíba. No dia 14 acontecerá um encontro de campo com em Itaporanga, com ensaio de valorização do cultivo e uso de Arroz Vermelho instalado com experiências tecnológicas instaladas naquele município e no dia 15 acontecerá a colheita do arroz na Fazenda Tamanduá no município de Aparecida.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Domingo Rural deste domingo(10/10) entrevistou o gerente da Embrapa Transferência de Tecnologias, escritório de negócios de Campina Grande, Lenildo Dias de Morais(foto), que falou sobre a dinâmica utilizada junto aos rizicultores que valorizam essa cultura em toda aquela região e sobre o valor que tem a cultura no mercado agroecológico além de falar sobre o resgate cultural que a Embrapa vem fazendo junto ao segmento na Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte dentre outros. “Nós estamos com mais uma missão na Paraíba que é fazer com que a gente trabalhe também com arroz vermelho, o famoso arroz da terá que é muito consumido e cultivado principalmente no Sertão da Paraíba, do Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e que nós aqui do SNT vamos ficar responsáveis pela multiplicação dessas sementes que a Embrapa está pesquisando, a Embrapa tem uma variedade para o semiárido do arroz vermelho e que nós estaremos lançando entre esse ano e o início do ano que vem para que os agricultores já possam ter essa nova cultivar de arroz vermelho aqui para o Sertão”, explica Lenildo, afirmando que hoje a grande dificuldade do arroz vermelho é encontrar variedades desistentes á pragas e doenças e que apresentem ciclos precoces dentre da realidade de poucas chuvas comuns ás regiões sertanejas e do semiárido.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Lenildo informou que a Embrapa está fazendo o melhoramento a partir das variedades dos agricultores, o que faz com que a variedade melhorada mantenha o sabor tradicional. “É o mesmo arroz, o mesmo sabor, não tem diferença nenhuma de cor, de sabor, de fibra, muito pelo contrário, é um produto que a Embrapa está desenvolvendo do ponto de vista do melhoramento tradicional feito em campo, não é um melhoramento feito em laboratório, mas é um melhoramento que está tendo como base principalmente resistência á pragas e doenças e também um ciclo mais curto porque isso favorece aos agricultores familiares que cultivam esse arroz no Sertão do estado”.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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