Componentes do Fórum reúnem para definir entidade gestora de moto-ensiladeira em Barra de Santana

A cidade de Barra de Santana está indefinida com relação á entidade responsável pelo gerenciamento da moto-ensiladeira destinada ao município com recursos do MDA e que foi entrega para os municípios contemplados na última segunda-feira(24/11).

Denúncia feita pela direção do Sindicato dos Trabalhadores Rurais daquele município dá contas que a entidade apresentada pela secretaria de agricultura daquele município não tem representatividade para trabalhar o compartilhamento dos trabalhos a serem prestados pelos equipamentos de forma itinerante no interior do município. “Barra de Santana está apta para receber seus equipamentos, mas não vai ser levado hoje por conta de problemas gerados na escolha da entidade que vai gerenciar esse equipamento no município, no momento de discussão de qual a entidade que seria responsável em gerenciar dentro do município o Sindicato(STR) ficou de fora por não ter conhecimento da reunião que foi feita sem que o Sindicato tenha sido convidado para discutir e foi escolhido uma entidade indicada pelo poder público local que eu acho que foi totalmente contrário aos encaminhamentos tirados dentro do Território, quem tem que discutir isso, é a sociedade civil, é as entidades do município”, argenta o presidente do Sindicato de Barra de Santana, Paulo Medeiros, justificando que a entidade apresentada pelo executivo local é um laticínio com existência de direito e sem existência de fato dentro daquela municipalidade.

Stúdio Rural dialogou com o representante do Território do Cariri, Roberto Oliveira Barros(foto), ele afirmou que a comissão de gestão tem o papel de ir buscar o perfil da associação que irá trabalhar a gestão dos equipamentos dentro do município. “Então a associação que não tiver conduzindo o seu termo de gestão, sua seção de uso adequada ao que foi trabalhado, ela poderá ser encaminhada para outra instituição. Se dentro do próprio município não tiver uma associação que receba esses equipamentos em prol dos agricultores, esses equipamentos irão para outro município, mas os agricultores não ficarão penalizados na questão do uso desses equipamentos”, argumentas a representação ao afirmar que uma comissão já tirada por parte do Fórum para encontrar uma saída que viabilize o uso dos equipamento de forma itinerante nas comunidades diversas daquele município.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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