Conab anuncia perdas na safra agrícola 2010 do Rio Grande do Norte

Em função da situação climática de baixos índices pluviométricos verificada ao longo deste ano/safra, com incidência de veranicos, sobretudo nas principais regiões produtoras de grãos do estado, é que o último levantamento de safra realizado pela Conab –RN indica que a produção da safra de 2010 foi 69,5% inferior à safra de 2009.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>A informação é do analista de mercado de produtos agrícolas da Companhia naquele estado, Luís Gonzaga Araújo e Costa, justificando que a safra das principais culturas de sequeiro a exemplo algodão em caroço, feijão, girassol, milho e sorgo já é considera concluída, lembrando que nas duas últimas safras (2008 e 2009) foram verificadas perdas significativas em função do style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>excesso de chuvas, com ocorrência de inundações que atingiram praticamente todas as lavouras. “Este ano, diferentemente dos anos anteriores, as perdas foram causadas pela style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>insuficiência de chuvas, quando áreas tradicionais deixaram de ser cultivadas e as que foram style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>plantadas tiveram reduções drásticas na produtividade, conforme demonstrado nos Quadros a style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>seguir”, explica Gonzaga ao dialogar com a equipe do Programa Domingo Rural.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Ele explicou que o comportamento da safra de grãos deste ano foi atípico, quando ocorreram style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>inúmeras situações inesperadas desde do preparo do solo/plantio até a colheita, influindo style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>negativamente no total da produção.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Gonzaga explicou que, dentre os fatores que contribuíram para a redução da style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>safra, destacam-se o retardamento do início do período chuvoso já que normalmente o plantio da safra ocorre de janeiro a março e que este ano, a safra começou a ser plantada efetivamente em março e abril, se estendendo, em algumas regiões, até a 1ª quinzena de maio; condições climáticas: durante o período de março a julho, ou seja, da germinação até style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>a maturação das culturas, foram verificadas as seguintes situações climáticas style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>desfavoráveis com chuvas escassas, as vezes chuvas excessivas, isoladas e mal distribuídas/irregulares dentre outros fatores determinantes. “No caso específico da Região do Alto Oeste (considerada a maior produtora do estado: em área e produção), a redução da safra foi de 62%. A produção do Alto Oeste deve atingir um pouco mais de 15.000 toneladas de grãos”, explica aquele técnico analista, acrescentando que a perda só não será maior tendo em vista que o arroz produzido no vale do Apodi não haverá perda por ser uma cultura plantada em áreas úmidas de vale e que a produção de arroz deste ano deverá ser superior a 6.000 toneladas. “Os dados referentes a Região do Alto Oeste responde por 78 municípios do estado”, finaliza.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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