Consórcios agroalimentares do algodão agroecológico será tema de seminário em Campina Grande

SR171118aaA cidade de Campina Grande vai sediar o seminário ‘Aprimoramento do sistema de produção do algodão agroecológico em consórcios agroalimentares’, em evento que acontecerá na próxima segunda-feira(19), numa promoção da Embrapa Algodão Campina Grande, através do Núcleo de Comunicação Organizacional(NCO), tendo como local o auditório daquela empresa.

Conforme o pesquisador daquela casa, Marenilson Batista da Silva, o evento objetiva explanar sobre o projeto em parceria com a Diaconia, com o Instituto C&A e Fundação Porticus que visa fortalecer a expansão do cultivo do algodão agroecológico em consórcios agroalimentares para a produção de alimentos e geração de renda para a agricultura familiar na região semiárida brasileira.

O evento é destinado a agricultores e agricultoras experimentadoras na organicidade produtiva do algodão agroecológico em consórcios agroalimentares, estudantes, estudiosos na área, representações de entidades no segmento, dentre outras, e evidenciará exitosas experiências já trabalhadas no estado da Paraíba a exemplo do assentamento Zé Marcolino, no município Prata, Cariri Ocidental; e do Assentamento Queimadas, no município Remígio, Curimataú paraibano. “Remígio é dos municípios que tem despontado como um produtor de algodão agroecológico, a exemplo já teve festa do algodão agroecológico, já teve festival da cultura agroecológica e neste ano de 2018 ele continua avançando e acreditamos que neste ano Remígio apresente safra recorde na produção nos seus mais de 30 hectares plantados de algodão em seus diferentes consórcios, a região produz algodão consorciado com feijão de arranca, consórcio com coentros, consórcio com gergelim, ou seja, são consórcios com outras culturas como barreiras com o milho e isso é muito bom porque traz diversidade na agricultura familiar e não fica só na cultura de renda”, explica Marenilson, lembrando da importância do algodão ao garantir renda e já contar com contratos firmados para a venda de sua pluma. “Isso já é muito bom e o que nós temos hoje é que avançar mais exatamente no aumento da produtividade para que cada dia nós possamos produzir mais com menor custo e que os agricultores possam ter mais recursos financeiros no seu bolso, por isso que, dentro de nossas possiblidades, nós temos feito com que os agricultores possam usar consórcios capazes de melhorar a sua lucratividade”, explica Batista ao dialogar com Stúdio Rural.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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