Diretores de sindicato falam sobre primeira reunião 2015 em Lagoa Seca

Componentes da direção do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Lagoa Seca se reuniram na tarde da última segunda-feira(12) para fazer um planejamento inicial das ações daquele sindicato para esse mês de janeiro, observar e construir agendas para as ações daquela casa sindical e analisar questões administrativas.  “Essa primeira reunião hoje reunindo a direção é pra gente pensar e acordar com a direção sobre o que a gente pode melhorar em termos administrativo, tanto do ponto de vista do atendimento interno, fazer uma avaliação com nossos dirigentes já que estamos pensando em fazer um momento formativo para a direção e não podemos começar 2015 sem fazer essa avaliação criteriosa e acima de tudo aquecer os nossos dirigentes para os desafios de 2015”, explica Nelson Ferreira dos Santos(foto) em contato com Stúdio Rural.

Ferreira explicou que diversos encontros e ações acontecerão nesse mês enquanto instrumento de construção para o trabalho a ser desenvolvido nesse ano de 2015 a exemplo da Marcha pela vida da mulher e pela agroecologia que acontecerá em Lagoa Seca, no mês de março próximo e contará com mulheres e movimentos de todo os municípios do Polo e de toda a ASA Paraíba, articulação do Semiárido paraibano. “Todo esforço nosso é pra gente fazer a marcha que não é só um dia de marchar ou reunir mulheres, mas é uma marcha permanente que é ativa do ponto de vista da ação das mulheres, e para acontecer essa marcha acontece sempre uma boa mobilização com formação política da classe feminina e também de toda a sociedade, inclusive das autoridades envolvidas nessa discussão de gênero”.

Também componente daquele sindicato, Nelson Anacleto Pereira explicou ter sido um encontro inicial para a construção da política do sindicato a ser trabalhada pela entidade sindical junto ás associações rurais e ao Polo Sindical da Borborema e garante que um dos pontos iniciais de discussão centrou-se nas eleições 2014 para a presidência da república e ao governo do estado. “Até porque muitos movimentos sociais apostaram muito no projeto nacional, entendíamos que a derrota de Dilma seria também um retrocesso do que nós conquistamos desde o governo Lula, mas não significa que esse projeto vai dar resposta ao que o movimento social quer, entendemos que vai ser necessário muita luta já que é um governo de disputa. Basta ver no MDA um Patrus Ananias, pessoa completamente correta comprometida com os movimentos sociais; do outro lado o governo nomeia uma Kátia Abreu(MAPA) que compromete tudo que construímos em termos de agroecologia já que ela é inimiga desse processo, ela é a grande capitaneadora do projeto do agronegócio no Brasil todo”, explica dizendo que os movimentos sociais entendem ser necessário estar em ampla mobilização e garante que o mesmo acontece, também, no governo do estado da Paraíba. “No plano estadual o movimento apostou no projeto do governador Ricardo Coutinho e uma de nossas expectativas já começa a se configurar quando o governo sinalizou com a criação da Secretaria da Agricultura Familiar que, na nossa compreensão, é uma conquista importante dos movimentos sociais, no entanto é preciso que ela possa ter a capacidade de interagir dando resposta ao grande potencial é a agricultura familiar no estado da Paraíba”, explica.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural
Foto   : Arquivo Stúdio Rural

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