Domingo Rural e Universo Rural evidenciam festividade pelos 100 anos de Luiz Gonzaga

Os programas Domingo Rural e Universo Rural evidenciaram Luiz Gonzaga, enquanto ícone da música nordestina, lembrando que se vivo estivesse, o Gonzagão, completaria 100 anos no último dia 13 de dezembro e, ao mesmo tempo, os programas evidenciaram a festividade realizada pelo Museu Fonográfico Luiz Gonzaga, no bairro do Cruzeiro que realizou importante evento que marcou o aniversário do ‘Rei do Baião’.

Durante o evento, o diretor regional da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ETC), José Leite, fez o lançamento de um selo comemorativo dos Correios aos 100 anos de Luiz Gonzaga, diversos artistas locais se apresentaram levando culturas musicais para a comunidade presente além de um espetáculo apresentado pelo grupo de dança Acauã da Serra.

Através das emissoras parceiras, Stúdio Rural entrevistou a cantora Sandra Belê, o pandeirista Baixinho do Pandeiro, o cantor e compositor Marcelo Lancelotte, radialista e jornalista Assis Costa e o coordenador do Museu Fonográfico Luiz Gonzaga, José Nobre que promoveu importante evento para comemorar o aniversário do rei.

“Esse é um momento que todo mundo esperava, nós artistas que sempre cantamos música do Gonzaga, a música do Nordeste, o nosso sonho é chagasse o centenário e que o mundo se voltasse ao Luiz Gonzaga, eu acredito que muitas coisas se voltaram ao Luiz Gonzaga onde as homenagens foram muito bacanas com filmes, shows, eu acho que deveria ser mais porque ele foi muito grande, a obra dele é gigante e é literária, é musical, é artística, mas eu sou muito feliz em fazer parte desse grupo de artistas que cantaram Luiz Gonzaga a vida toda e continuam cantando e continuam bebendo na fonte Luiz Gonzaga”, explica Sandra Belê.

“Eu fico admirado, o povo fazendo essa homenagem ao grande talento que se foi que foi o grande homem do baião que cresceu e fez o Brasil crescer fazendo o Brasil conhecer o que era o forró”, explica Baixinho do Pandeiro.

“A minha avaliação é positiva, até porque uma figura como a de Luiz Gonzaga, ela tem que ser retratada sempre, pena que ainda não chegou às escolas porque Luiz Gonzaga não apenas cantou, ele cantou o Nordeste, Luiz Gonzaga foi um dos representantes da história do Nordeste, tanto que hoje a gente, desde o pequeno artista, até o grande artista que preserva a boa música sobrevive em cima da obra dele, até aqueles que chacoteavam, hoje cantam Luiz Gonzaga”, comenta Marcelo Lancelotte.

“É uma avaliação positiva, positiva porque nós já sabíamos há muitas décadas atrás que a música de Gonzaga, a obra Gonzaguiana ela tinha um pertencimento de se perpetuar em termos de cultura. Hoje é sabido que Gonzaga tem um volume de trabalho literário hoje editado sobre a obra de Gonzaga que é realmente expressivo”, comenta José Nobre ao explicar que já são cerca de 50 livros lançados sobre o Gonzaga, dentre outras obras.

“Ele é imortal porque há 23 e três anos que se lança livro sobre o Gonzaga, pra você ter uma idéia, não existe na história bibliográfica do mundo um cantor ou uma figura, fora cristo que é o comandante maior de todos nós, que tenha 800 a 1000 música em sua homenagem em 23 anos”, explica Assis Costa ao fazer comparações com diversos artistas brasileiros a exemplo de Carlos Gardel, Nelson Gonçalves, Francisco Alves, Teixeirinha dentre outros que cantaram volumes expressivos e que não atingiram a mesma lembrança atingida pelo Rei do Baião.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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