Domingo Rural e Universo Rural evidenciam seminário campinense sobre tráfico de pessoas na PB

O Programa Domingo Rural deste domingo(25/11) e Universo Rural do último dia 21(quarta-feira) evidenciaram style=mso-spacerun: yes>  o Seminário sobre tráfico de pessoas no Estado da Paraíba promovido pelo Centrac, Centro de Ação Cultural na última terça-feira(20/11), entrevistando o professor pesquisador do departamento do Centro de Ciências Jurídicas da Universidade Federal da Paraíba, Sven Peterke M.A.; componente do Grupo Flor e Flor de Estudos de Gêneros da Universidade Estadual da Paraíba(UEPB), Evellin Lima; e a componente da Rede Grito pela Vida, Sirleide Cabral de Oliveira que falaram sobre os crimes de tráfico de pessoas e o processo de violência contra a mulher no Estado da Paraíba.

“Eu acho que faz parte de minha tarefa disponibilizar os resultados de nossas pesquisas sobre o tráfico de pessoas aqui na Paraíba para que as pessoas tenham mais conhecimento dessas informações que as vezes não são transportadas como tráfico de pessoas pela mídia e estamos criando oportunidades pra dizer que existem muitas informações sobre a existência de tráfico de pessoas aqui na Paraíba e que é um fenômeno bem complexo e temos percebido que as próprias vítimas não se consideram vítimas de tráfico de pessoas, então é um problema de auto-identificação que existe”, explica o professor Sven Peterke M.A. ao dialogar com Stúdio Rural. Durante o evento ele fez exposição da pesquisa desenvolvida, mostrando que o tráfico de pessoas é algo real no Estado da Paraíba e que as entidades já estão desenvolvendo trabalho de identificação das vítimas e estratégias de combate a esse tipo de crime.

Evellin Lima é componente do Grupo de Estudos de Gêneros Flor e Flor da UEPB, Universidade Estadual da Paraíba, participou do encontro falando sobre o trabalho que vem sendo desenvolvido por diversos cursos da UEPB e sobre a ‘Campanha 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher’ que está em pleno funcionamento durante essa última quinzena de novembro e primeira quinzena do mês de dezembro. style=mso-spacerun: yes>  “A Campanha 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher é uma campanha idealizada mundialmente, então ela acontece atualmente em mais de 130 países e que as entidades ligadas ao combate a violência contra a mulher e também as questões de gênero e relações de poder, elas organizam mundialmente uma programação de vários dias”, explica aquela estudante universitária acrescentando que na violência contra a mulher está contido o tráfico de pessoas onde a mulher é novamente vítima dessa nova modalidade de crime contra a honra e contra a vida. “Todos os dias, basta assistir os noticiários que a gente ver que quase que diariamente tem casos de violência contra a mulher, que geralmente os agressores são seus companheiros ou então seus vizinhos e, principalmente, aqui na Paraíba ultimamente vários casos tiveram grande visibilidade na mídia como podemos citar o caso das meninas de Queimadas(Clique e leia), atualmente o caso de Ana Alice(Clique e leia) e então não é uma coisa que a gente só deduz, mas que há fatos que dizem que a cada dia essa violência só cresce e as vezes a impunidade se faz presente que é o que nós não queremos”, explica Evellin ao ser entrevistada na Rádio Serra de Araruna AM 590 kHz em conexão com a Rádio Bonsucesso de Pombal AM 1180 kHz.

Sirleide Cabral de Oliveira é componente da Rede Grito pela Vida e, ao participar dos programas rurais de nossas emissoras, falou sobre o trabalho que vem sendo feito em toda a Paraíba para tornar visível a questão do tráfico de mulheres. “A sociedade está violenta sim, e uma das maiores violências é exatamente contra o ser humano porque o crime organizado no tráfico de pessoas é um crime que trata as pessoas como mercadoria, então você ver o ser humano ser vendido e revendido dando lucro o que é muito triste pra gente”, explica aquela liderança que faz parte da congregação Irmãs Franciscanas Dillingen.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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