Domingo Rural evidencia comemoração pelo aniversário de Luiz Gonzaga

Na edição do Programa Domingo Rural deste domingo(19/12) um dos temas evidenciados através das emissoras parceiras da sustentabilidade local foram as festividades desenvolvidas em Campina Grande pela passagem do aniversário de Luiz Gonzaga, O Rei do Baião que aconteceram no última dia 13, tendo como local o Museu Luiz Gonzaga e que contou com freqüentadores habituais daquele espaço de cultura campinense a exemplo de estudiosos, pesquisadores, colecionadores, artistas, poetas e o povo em geral amante da obra poética e musical do grande cantador.

Diversos cantores e artistas regionais cantaram e declamaram naquele ambiente, Domingo Rural acompanhou e conversou com artistas participantes que falaram sobre a importância do Museu, do evento e sobre a importância que o Gonzagão teve para a cultura e economia da região Nordeste dentre outras.

“Pra nós a grande honra é puder homenagear aquele que foi de fato, pra todos nós amantes da cultura nordestina, o grande tradutor do sentimento de nordestinidade, eu costumo dizer que Luiz Gonzaga conseguiu sintetizar tudo da cultura nordestina, e por isso ele é nossa referência, através de sua música. Luiz Gonzaga cantou a culinária nordestina, cantou os pássaros do Nordeste, o povo do Nordeste os homens e as mulheres, os amores nordestinos ao seu modo, cantou as cidades do Nordeste com seus destaques e suas funções, o vestuário nordestino do vaqueiro, o trabalho do nordestino, a água como uma bênção do Nordeste e a seca como uma limitação pro Nordeste, política do Nordeste, se imaginássemos o sotaque do Nordeste então a cultura nordestina deve a Luiz Gonzaga grande parte da sua projeção, da sua preservação e do seu registro até, porque ele conseguiu fazer essa síntese em forma de musicalidade”, explica o professor, cantor e compositor Antônio Rangel Júnior, ao contatar com os ouvintes das emissoras expansionistas de Domingo Rural.

“Se eu pudesse todos os anos eu estaria aqui, eu acho que é uma coisa que a gente deve a Luiz Gonzaga e então a gente vai estar aqui sim, então quando a agente chega numa estrutura legal com muitos artistas se apresentando, a gente conversando com esses artistas que a gente não tem chance de encontrar todos os dias, então é uma maravilha, a gente renova a alma”, argumenta Sandra Belê.

“É porque Luiz Gonzaga é fenômeno, realmente ele é mito, ele é fenômeno, é sem sombras de dúvidas nossa bandeira, é o homem que levou a nossa música além fronteira, não só da região, mas do país também”, comenta Amazan acrescentando que eventos da natureza teria que se ampliar em outras cidades deste e de outros estados.

“Na verdade representa o coroamento de um trabalho que nós estamos desenvolvendo já há algumas décadas e o que a gente pôde concluir é que a cada ano que se passa a gente nota que a obra de Gonzaga ela se expande de tal maneira que consegue transpor não só as fronteiras do Estado como as fronteiras de nosso próprio país, é uma obra que ela se agiganta a cada ano que passa porque é sabido que o Gonzaga gravou praticamente quase 50 gêneros musicais, então é difícil numerar com outro artista que tenha pelo menos gravado a metade dos gêneros musicais e da quantidade de gêneros que Gonzaga gravou”, comenta o representante e fundador do Museu Luiz Gonzaga, José Nobre de Medeiros.

Às 19h30, o reitor do Seminário Diocesano, padre Assis, celebrou missa em ação de graças pela data natalícia do grande cantador e dentro do dia didicado a Santa Luzia e logo após aconteceu toda uma ampla programação artística com a apresentação de cantores, músicos, declamadores, interpretando os grandes sucessos do imortal cantador e músicas em sua homenagem.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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