Embrapa Algodão enfrenta atraso nas Unidades de Testes em razão das chuvas

A Embrapa Algodão, com sede em Campina Grande, está sofrendo atrasos no desenvolvimento de seus campos de experimentação de pesquisas em diversos estados da Região Nordeste em razão das fortes chuvas registradas nas diversas microrregiões.

Segundo o coordenador da área de comunicação e negócios da Embrapa Algodão Campina Grande, José Carlos Aguiar(foto), anualmente são preparados campos com as culturas da unidade de pesquisas que são o algodão, mamona, gergelim, amendoim e o sisal e que neste ano os plantios contam com relativo atraso já que os solos nos diversos estados envolvidos encontram-se encharcados em razão dos volumes de águas registrados e que vêm inviabilizando e ou atrasando o corte e preparação da terra para o plantio. “Na realidade o plano de 2008 praticamente começa a partir de agora, espera-se para as regiões Brejo, Agreste, a gente começar a implantação das UTDs, Unidades de Testes e Demonstração, já estamos levando as sementes para essas regiões. Onde tinha sido implantado que a gente pensava que já se poderia ter alguns dias de Campo para o Sertão, mas pelo excesso de chuvas que alagou toda a plantação então a gente só vai contar agora com a parte do Cariri e Agreste”, argumenta.

Ao contatar com Stúdio Rural, José Carlos faz um balanço das unidades de demonstração distribuídas pelos estados brasileiros, objetivando desenvolver os dias de campo nas épocas apropriadas em todas as microrregiões dos estados envolvidos dentre outras informações relacionadas ao desenvolvimento de ações destinadas a difusão das tecnologias junto aos agricultores e agricultoras familiares envolvidas, acrescentando que outra alternativa utilizada para levar tecnologias até as famílias de agricultores no interior de cada estado da federação será a utilização dos territórios de desenvolvimento rural sustentável.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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