Embrapa Campina Grande apresenta em Petrolina algodão e produtos de pesquisa adaptados ao semiárido

Algodão agroecológico e suas dinâmicas trabalhadas nos sistemas agroalimentares, associados a culturas como gergelim, milho, guandu e sorgo na diversidade da agricultura familiar do semiárido foi tecnologia apresentada pela Embrapa Algodão no 8º Semiárido Show acontecido de 18 a 22 no município de Petrolina numa promoção da Embrapa Semiárido e parceiras.

Entrevistado no Programa Esperança no Campo e Programa Domingo Rural, o pesquisador da empresa com sede em Campina Grande, Marenilson Batista, detalhou o evento que contou com milhares de agricultes, agricultoras, entidades de extensão rural, organizações da sociedade civil, órgãos de pesquisas dentre outras que conheceram e trocaram experiências em atividades nas dependências da unidade de pesquisas e em campos com ampla diversidade de cultivos apropriados ao processo produtivo de todo o semiárido. “O Semiárido Show é o maior evento que trata de tecnologia de conhecimento que reúne as Embrapas, não só do Nordeste, mas do Brasil todo, instituições dos movimentos sociais dialogando em cima do tema do semiárido e buscando inovação dos conhecimentos capazes de melhorar a vida do povo do semiárido e nós da Embrapa Algodão estivemos presentes mostrando o algodão em consórcios agroecológicos e a Integração/lavoura/pecuária. Com relação ao projeto do algodão em consórcios agroecológicos que acontece no Nordeste todo nós tivemos os stands onde estava plantado a cultura do algodão em seus consórcios da cultura do milho com feijão, guandu, sorgo, gergelim e também com sisal sendo um momento muito importante porque as pessoas puderam conhecer todas essas culturas”, explica aquele pesquisador e contato direto com nosso público ouvinte.

Ele explicou que são hectares diversos com plantios de diferentes culturas que retratam potenciais adaptáveis ao clima do semiárido brasileiro. “O Semiárido Show é dividido na parte de campo onde tem todas as diferentes culturas com as diferentes tecnologias, sistemas de produção a exemplo da integração/lavoura/pecuária, galinha de capoeira, manejo de solo, cultivares de leguminosas, hortaliças, tudo voltado para o semiárido; existe uma parte de cursos e palestras, ou seja, além da parte prática de campo também tem a parte teórica onde tem os diversos minicursos”, detalha Batista da Silva.   Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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