Empresário pernambucano diz que algodão agroecológico da PB entusiasma mercados

Participante da I Festa da Colheita do Algodão Agroecológico realizada durante os dias 17 e 18 deste mês em Remígio-PB, o empresário pernambucano no ramo de fiação e tecelagem, Oscar Rache Ferreira(foto), disse que o trabalho desenvolvido pela Rede Paraíba de Algodão Agroecológico entusiasma o mercado em geral em razão da capacidade de compartilhar responsabilidades na cadeia produtiva do algodão já representando uma referência para os Estados nordestinos que no passado representou muito pra o mundo na produção algodoeira no sistema convencional e na atualidade se organiza para produzir num sistema que preserva o meio ambiente a saúde das famílias produtoras da cultura no meio rural.

Diretor presidente da Empresa Fiação e Tecelagem São José, com sede na cidade pernambucana de Joboatão dos Guararapes, ele disse que a cerca de 35 anos operacionaliza no ramo têxtil na região Nordeste, fabricando produtos Jeans e a cerca de 10 anos busca trabalhar com produtos naturais motivado pelas tendências apresentadas pelo mercado mundial que terá que pensar a sustentabilidade do meio produtivo e de consumo. “”A gente acredita que isso é um mercado de futuro, é um negócio que ao nosso ver é completamente sustentável. “Pra nós, sustentabilidade significa um bom negócio econômico, é um negócio que socialmente tem um valor por preservar a natureza”, argumenta o empresário pernambucano.

Ele disse que a empresa dele está se constituindo parceira da atividade algodoeira no estado da Paraíba e que a partir de então estará presente nas atividades de construção da cadeia produtiva da cultura nas microrregiões do Estado paraibano. “Eu senti firmeza, veja: está aqui a Embrapa, está aqui o Projeto Dom Helder, estão aqui outras instituições, os agricultores todos satisfeitos e felizes em colher e plantar e acho que uma coisa que a gente percebe é que já não está mais faltando a ponta porque se o que for produzido não poder ser comercializado e bem comercializado, adianta pouco a gente está produzindo, então nós por exemplo e acredito que tem outras empresas que estão vindo também, então estamos aí já dizendo que o que for produzido será comprado porque nós achamos que já tem mercado pra isso”, antecipa o empresário.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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