No município Prata: agroecologia do algodão inicia 2019 com planejamento e discussões

Famílias agricultoras do município Prata, Cariri Ocidental da Paraíba, produtoras no Assentamento Zé Marcolino, iniciaram o ano de 2019 com ênfase no planejamento e discussão sobre o processo de produção dos sistemas agroalimentares tendo como cultura relevante para o fortalecimento das dinâmicas o algodão agroecológico.

No último dia 08 agricultores, agricultoras, pesquisadores e pesquisadores da Embrapa Algodão Campina Grande, assessoras da ONG Diaconia dentre outras participaram de uma capacitação evidenciando expectativas para a atual safra, formação da UAP e gênero no território Cariri paraibano debatendo gênero, desigualdades, espaços de ocupação das mulheres e jovens no roçado e nos espaços de tomada de decisões. “A avaliação é positiva porque a gente está iniciando um projeto enquanto Diaconia proponente de assessoria desse projeto e visa não só a produção da fibra do algodão, mas também a produção de alimentos limpos e certificados, a gente trabalha com grupos para a formação de OPACs que são Organismos de Avaliação Participativa, essas avaliações participativas levam a certificação via agricultores e agricultoras, no momento do projeto a gente está fazendo algumas formações, são formações das unidades de aprendizagem e pesquisas que juntamente com a Embrapa que é parceira nossa do projeto e a gente também está tendo os módulos de formação de gêneros por entender que o processo de empoderamento e autonomia dessa mulher agricultora familiar é fundamental nos processos de certificação”, explica a assessora da Diaconia, Maria Clara Correia Dias, em contato direto com Stúdio Rural.

Por parte da Embrapa Algodão, um dos participantes a compartilhar foi o pesquisador Marenilson Batista da Silva explicando sobre o projeto algodão nas dinâmicas agroalimentares, discorrendo sobre perspectivas para a atual safra, esclarecendo sobre os parceiros e financiadores e ainda sobre como será organizada a UAP, seu funcionamento e importância para os grupos de produção e para o projeto além de ser facilitador na visita n UAP do agricultor Anselmo que explicou como organiza a produção, os consórcios, a rotação de culturas, a alimentação dos animais e o processo de certificação participativa pelo coletivo social. Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

Faça um comentário

Todos os campos obrigatórios são marcados como (requerida). Seu Endereço de e-mail não será publicado

Voltar para o topo