Nos 100 dias do Governo Lula ministro coloca abertura de novos mercados como feito ao desenvolvimento do agro brasileiro

Chegamos ao sempre esperado 100 dias do novo governo brasileiro na expectativa de reconhecermos quais perspectivas das políticas de Estado que possam gerar emprego, desenvolvimento econômico, renda e inclusão social.

A referência dos 100 dias foi marcada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) pelo anúncio da abertura de novos mercados para o agronegócio brasileiro e a reaproximação com chineses e europeus durante balanço das ações do período apresentadas em reunião ministerial na manhã desta segunda-feira (10).

No primeiro trimestre, explica a assessoria daquele ministério, foram abertos nove mercados para os produtos brasileiros: algodão para o Egito; bovinos vivos para a Argélia; mucosa intestinal, ovos férteis e aves de um dia para o Chile; sêmen bubalino para o Panamá; gelatina bovina para a Malásia; carne suína para venda direta in natura e carne bovina para o México; e carne de aves para a Polinésia Francesa.

Outra pauta em destaque, reforça, foi o fortalecimento da relação bilateral com a China, maior parceiro comercial do Brasil. Após a missão do Mapa ao país asiático, em março, o ministro da Agricultura e Pecuária Brasil, Carlos Fávaro, anunciou a derrubada do embargo à carne bovina brasileira, retomando as importações que ficaram paralisadas por 29 dias. A transparência e celeridade das informações prestadas foram motivos de elogio para os parceiros comerciais que, anteriormente, chegaram a levar mais de três meses para adotar tais medidas.

Balanço de recursos liberados no período, anúncio do lançamento do Plano Safra 2023-2024 para maio foram temas dialogados e agora vamos rumo a conclusão do primeiro semestre para percebermos quais resultados as políticas do MAPA, associados aos diversos outros ministérios e órgãos do governo poderão proporcionar ao desenvolvimento sustentável do país.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural / Ascom

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