Organização assessora da agricultura familiar ganha “Prêmio Paraíba Abraça ODM”

Como reconhecimento pelos trabalhos prestados junto a agricultura familiar da região de Teixeira na Paraíba associado ao trabalho integrado com as organizações da ASA Paraíba é que a ONG CEPFS, Cetro de Educação Popular e Formação Social com sede em Teixeira-PB foi a ganhadora do Prêmio Paraíba Abraça ODM em solenidade que aconteceu na última quinta-feira(22/09) no auditório do Centro Universitário de João pessoa (UNIPÊ).

Criado pelo Movimento Nós Podemos Paraíba, que é formado por cerca de 70 instituições, entre elas, a UNIMED JP e o Instituto UniGente, com o objetivo de estimular ações no estado que contribuam para os oito ODM (Objetivos do Milênio) e, segundo o representante da ONG CEPFS, José Dias, a entidade sertaneja foi representada pelo style=mso-spacerun: yes>  componente José Rômulo Batista Xavier que recebeu a placa de reconhecimento público do trabalho que a quantidade vem desenvolvendo na Região da Serra do Teixeira, melhorando as condições de vidas de famílias rurais.

José Dias informou que esse é mais uma importante conquista para os agricultores e agricultoras da serra do Teixeira e, particularmente para o município de Teixeira, onde agricultoras e agricultores da agricultura familiar, há vários anos, vem se engajando nesse novo jeito de viver em comunidades, partilhando seus saberes e conhecimentos como subsidio para criação e inovação de tecnologias sociais que lhes permitem melhorar as condições de vida, a partir da adaptação as adversidades oriundas das mudanças climáticas, potencializando caminhos para o desenvolvimento local sustentável. “Muitas experiências têm sido desenvolvidas, muitas famílias têm melhorado suas condições de vida a partir da vivência do seu próprio protagonismo. Isso significa produzir e difundir tecnologias e estratégias viáveis e efetivas para a convivência com a realidade ambiental do semiárido, criando oportunidades e gerando soluções para os desafios próprios da região para que as populações locais possam se desenvolver sem precisar migrar para outros territórios”, explica Dias ao dialogar com a equipe Stúdio Rural.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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