Pecuarista garante que sofre prejuízos em razão da Paraíba não ser livre da Aftosa

O Programa Domingo Rural do último domingo(07/10) evidencia, entre os diversos temas trabalhados, a importância da vacinação como forma de fortalecer a agricultura e pecuária local, ação que deverá ser exercida por parte dos pecuaristas de toda nossa região, citando como exemplo a Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa, e que poderá colocar o Estado no reconhecimento de Estado livre da doença, dando condições de trânsito e mercado aos produtos da agropecuária num contexto regional, nacional e internacional.Domingo Rural entrevista o chefe da Unidade de Sanidade Animal da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado da Paraíba, Adalberto Mota, que fala sobre a importância de todos os criadores se empenharem na campanha contra a doença, pedindo inclusive que, ao término da campanha, as pessoas denunciem qualquer criador que tenha deixado de vacinar seus animais e, ao mesmo tempo, assegurando que quem deixar de vacinar seu rebanho será severamente punido por parte das autoridades competentes.Dando continuidade ao tema, Domingo Rural entrevistou o agropecuarista, Pompeu Gouveia Borba, proprietário da Fazenda Riacho do Navio, município de Campina Grande e da Fazenda Campo Verde no município de Itatuba. Borba garante que faz a vacinação de seu rebanho desde muito antes das campanhas oficiais contra a doença e que em razão da falta de empenho por parte de muitos criadores, os que desenvolvem um trabalho dentro e um nível de consciência da importância de se erradicar a doença, sofram severas restrições no mercado globalizado, afirmando que desde o ano de 1962 quando chegou no Estado da Paraíba faz a vacinação do rebanho todos os anos. Pombal Borba diz que vacinou um rebanho de 886 animais bouvinos, no que ele chamou de um investimento de cerca de quase R$ 3 mil reais.Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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