Pesquisadores da EPAMIG discutem diretrizes para os próximos anos

A partir de iniciativa do diretor técnico da EPAMIG, Enilson Abraão, a empresa reuniu seus pesquisadores nos dias 11 a 13 de novembro, no Tauá Hotel e Convention, em Caeté. Eles participaram de palestras, debates e discussões sobre os diferentes cenários brasileiros até 2023 e ao final apresentaram suas expectativas com relação à pesquisa agropecuária.

Segundo a assessoria daquela estatal de pesquisas, na abertura do Encontro o presidente da EPAMIG, Baldonedo Napoleão, homenageou o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), José Geraldo de Freitas Drumond, comentando que a Fapemig, naquele governo, tem sido uma grande parceira da EPAMIG, o que propiciou à empresa um aumento dos recursos para as pesquisas citando os anos de 2004 a 2007 onde foram investidos nas pesquisas da EPAMIG, pela Fapemig, R$ 3 milhões 779 mil dentre outras ações.

Aquela assessoria informou que o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Gilman Viana Rodrigues, ressaltou a importância dos pesquisadores para o desenvolvimento de Minas e do país e, em sua palestra ‘O desenvolvimento de Minas Gerais, o agronegócio e a pesquisa agropecuária’, destacou o crescimento da população mundial e o aumento assustador da demanda por alimentos com qualidade cada vez melhor. “Outros desafios, segundo Gilman, são produzir mais e em condições piores, por causa das mudanças climáticas, e avançar prestando atenção às incertezas externas”, relata, complementando que da abertura, também participaram o diretor executivo da Embrapa, José Geraldo Eugênio, que chamou a atenção para as grandes tendências do agronegócio; o coordenador executivo da Rede de Inovação e Prospecção Tecnológica para o Agronegócio (Ripa), Paulo Cruvinel, que falou sobre pesquisa, desenvolvimento e inovação para o setor; o secretário adjunto da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Evaldo Vilela, que destacou as redes sociais e Web 2.0; e o superintendente Federal de Agricultura no Estado de Minas Gerais, Humberto Ferreira de Carvalho Neto.

Ao contatar com Stúdio Rural, a assessoria informou que para estipular diretrizes que nortearão as pesquisas nos próximos 15 anos, os pesquisadores trabalharam, com base em sete fatores: macroeconomia; meio ambiente; mercado; pesquisa, desenvolvimento e inovação; política; social; e tecnologia. Foram analisadas oportunidades e ameaças para quatro cenários: Política de desenvolvimento agrícola favorável – Mercado em evolução; Política de desenvolvimento agrícola desfavorável – Mercado em evolução; Política de desenvolvimento agrícola desfavorável – Mercado estagnado; Política de desenvolvimento agrícola favorável – Mercado estagnado. “Para a chefe do Departamento de Pesquisa da EPAMIG, Lélia Simão, o resultado foi muito importante”, relata a assessoria Epamig, citando que Lélia disse que sabia que o encontro teria boa receptividade, mas não com tanta intensidade e que o trabalho que foi feito nos três dias, com as avaliações de diversos cenários externos, vai deixar os componentes muito mais seguros quanto à identificação das nossas fragilidades, nossos pontos fortes e fracos, e, junto com os cenários analisados, onde terão definidas as diretrizes que, pelo que foi visto nas discussões, estarão muito ligadas às mudanças climáticas e às exigências dos mercados nacional e internacional.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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