Plano Territorial da Borborema é apresentado e discutido em Campina Grande

Integrantes dos Colegiados Territorial das Microrregiões paraibanas continuam as discussões de importância para o desenvolvimento das comunidades de forma solidária e integradas. Os representantes da Zona da Mata Sul se reuniram durante a terça e quarta-feira( 22 e23 de julho), em João Pessoa, para discutir o Plano Territorial de Ações Integradas do Território em reunião que aconteceu no auditório do Incra na Capital paraibana. Na quarta-feira e quinta-feira(23 e 24), foram realizadas as reuniões dos Territórios da Cidadania da Zona da Mata Norte, em Rio Tinto, e da Borborema, em Campina Grande.

Em Campina Grande o evento aconteceu durante a quarta e quinta-feira(23 e 24) no auditório da Embrapa no Bairro Centenário e contou com cerca de 110 representações dos 21 municípios que colocaram através de projetos o que entendem ser melhor para os municípios que compõem o espaço territorial.

Stúdio Rural conversou com o representante da Emater de Esperança, Antônio Ferreira Filho, com o articulador do território da Borborema, Marenildo Batista da Silva e com o representante da Embrapa Campina Grande, Heleno Alves de Freitas, falando sobre o papel desta etapa de discussões e sobre o empenho das representações em definir as ações a serem desenvolvidas nas cidades que compõem o território, propostas que serão enviadas aos ministérios através de projetos propositivos. O representante da Emater de Esperança disse que as discussões estão acontecendo a partir das mudanças empreendidas no território quando a Borborema passou a condição de Território da Cidadania desde o mês de fevereiro deste ano envolvendo cerca de 15 ministérios do governo federal. “É nesta nova política territorial onde nós vamos ter o apoio de 15 ministérios afora quatro secretarias fortes até em nível de ministérios e a outra leitura que nós podemos fazer é a importância desse momento no sentido em que estamos agregando agora novos atores e novas atrizes junto principalmente do poder público ligado aos municípios, prefeituras municipais com essas respectivas secretarias principalmente secretarias de educação, saúde, de agricultura como também serviço social como também outros órgãos em nível estadual e a nível federal”, explica Ferreira.

O articulador do Território da Borborema, Marenildo Batista, disse que essa é a primeira vez que o fórum se reúne com toda a sua composição, defendendo as ações de amplo interesse das cidades envolvidas na busca de alternativas ao desenvolvimento da microrregião, acrescentando que são R$ 240 milhões a serem priorizados em ações e que é de fundamental importância que as pessoas possam participar dos debates promovidos pela articulação territorial para que a aplicação de recursos seja feita em sintonia com a vontade e planejamento da sociedade organizada. “O governo federal está nos propondo que a gente encaminhe ações e a gente está fazendo esse debate das ações e o território vai priorizar algumas, definindo quais as ações que serão realmente priorizadas pelo território e espero que o colegiado possa ser sensato e enfrentar realmente as questões estruturantes que afetam o nosso território”, relata Batista.

Já o representante da Embrapa, Heleno Alves de Freitas, disse que os recursos são de quantidade elevada e que a sociedade está se adaptando ao novo momento participativo na ordem de prioridade de aplicação dos recursos e que acredita com desta forma o desenvolvimento será de acordo com a vontade de todos os segmentos da sociedade organizada. “Isso é importante, nós estamos aí com um evento com 110 pessoas de 21 municípios mostrando aos segmentos municipais, estaduais e federais e as entidades organizadas da Borborema estão aqui discutindo e debatendo recursos suficientes seja na área de saúde, educação, cultura, de infra-estrutura, da agricultura como o PAA onde o doutor Paulo Oliveira mostrou que está sobrando dinheiro, falta projeto, falta gente pra vender e isso nós precisamos discutir muito aprofundadamente para o fortalecimento do Território da Borborema”, diz Freitas.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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