Prefeito e sindicato visitam comunidade Catolé, em Queimadas, e celebram construção de estrada em zona rural

O prefeito da cidade de Queimadas Jacó Moreira Maciel, visitou na última quarta-feira(30/04) as famílias agricultoras residentes no sítio Catolé, Agreste paraibano, que vinham em conflitos a cerca de seis meses em razão de uma estrada. Uma parte queria o benefício com patrolamento da área e outra parte defendia que a estrada mudasse de um lugar para outro, o que vinha gerando fortes desavenças com possibilidades de violência por se tratar de área de duplo interesse, sem que nenhum acordo fosse celebrado entre as partes.

Diversos encontros foram acontecidos na procuradoria do município, na própria comunidade e até mesmo na promotoria pública de Queimadas e só mais recentemente medidas foram sendo tomadas a ponto de ser feito um acordo de mudança da estrada da atual passagem para uma lateral de um terreno que era cortado ao meio, onde coube ao proprietário proponente da mudança fazer uma parte do empreendimento e a prefeitura assumisse o resto do serviço de construção da nova estrada o que gerou um clima de paz entre as duas partes interessadas na questão.

A visita aconteceu no final da manhã da última quarta-feira, 30 de abril, quando o prefeito da cidade, Jacó Maciel; acompanhados do secretário da Infraestrutura, Paulo Severo; de profissionais da engenharia daquela Secretaria, dentre outras, e de componentes do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, se comprometeu em fazer o serviço de construção da nova estrada com início previsto para os próximos 60 dias. “É buscar uma solução, onde, graças á Deus, as famílias chegaram a um acordo, enquanto prefeitura viemos in loco conhecer o problema e a partir de então a engenharia vai esboçar, vai nos trazer, quando eu tiver com isso em mãos a gente vai tentar marcar data e hora pra começar a execução desse serviço”, explica o prefeito dizendo acreditar que em cerca de 60 dias o trabalho estará começado. “Isso será recursos do município, onde a gente se encontra com outras prioridades, mas vamos marcar data, tenho certeza que não vai muito longe não, acredito dentro de 60 dias, no máximo, eu quero estar começando a atender esse pleito aqui”.

Maria da Guia Tavares é agricultora na localidade e parte na questão na condição de filha do agricultor Zeferino Tavares da Silva, proprietário da área em que passa a estrada, proponente da mudança do local de passagem do caminho e disse esperar que, agora, o prefeito da cidade carreie recursos para terminar o serviço iniciado pelo agricultor com seus próprios recursos e garante que, desta forma, todas as diferenças entre as famílias ficará para trás. “Ele lutou pelo que acredita, é isso que meu pai fez, lutou, trabalhou e fez isso aqui, esse trabalho que a gente vê que ainda não está completo, mas vai ficar bom se tiver a ajuda do prefeito”, explica dizendo acreditar que o compromisso será cumprido e, assim, a propriedade rural familiar de Zeferino ficará completa porque sem a passagem da estrada cortando-a ao meio, será unidade rural melhor produtiva.

Angineide Pereira de Macedo é vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Queimadas, entidade que vem acompanhando todo o desenrolar dos trabalhos, e diz fazer uma avaliação muito positiva já que, para ela, as famílias chegaram a ficar em ponto de brigas o que fez com que o sindicato mediasse a discussão na busca de encontrar solução para a melhor qualidade de vida daquelas famílias naquela comunidade rural e diz que o sindicato fez política com verdadeira arte. “Entendendo por esse lado a gente entende também que sim, porque acreditamos que política não é só aquele que está lá em cima que seja o prefeito, o vereador não, acho que política todos nós devemos fazer e aí acho que essa articulação, essa conversa que a gente teve foi muito bom pra ambas partes, tanto para a prefeitura que precisa estar lá dando seu apoio também, mas para as famílias que estavam ali vivendo em pé de guerra mesmo, então a gente via que todas duas tinham necessidades dessa participação e todas as duas famílias são associadas do sindicato, são participativas, então a gente precisa dar apoio as duas mesmo”.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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