Prefeito recebe comissão do MDA e reclama falta de recursos para empreendimento em Remígio

Discutir as ações trabalhadas no município de Remígio associadas aos municípios diversos do território da Borborema foi um dos objetivos de uma visita feita por parte de representações do Ministério do Desenvolvimento Agrário e da coordenação do Fórum de Desenvolvimento Territorial Sustentável da Borborema na última quinta-feira, 23 de setembro, ao prefeito da cidade de Remígio, Luiz Cláudio Régis Marinho.

A reunião aconteceu no final da manhã da quinta-feira no gabinete do prefeito e contou com a participação do secretário do desenvolvimento territorial do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Humberto Oliveira; delegado federal do desenvolvimento agrário paraibano, Ranyfábio Cavalcante de Macedo; articulador estadual dos territórios rurais e da cidadania, Antonio Junio da Silva; representante do Pólo Sindical e das Entidades da Borborema, Nelson Ferreira dos Santos e do componente da ONG Arribaçã, Heleno Alves de Freitas.

Durante a reunião(foto), o prefeito Cláudio Regis falou de ações deliberadas em reunião e que continuam sem a liberação de recursos a exemplo da contrapartida do Governo Federal para a construção do abatedouro público que deveria estar em construção ou construído naquele município, obra que destinaria à população de um conjunto de municípios e que até agora quase nada foi feito para a execução do projeto. “Hoje nós temos recebido muitos recursos através do Governo do Estado e Federal e tentamos nesses três anos passados uma parceria com o MDA, mas infelizmente até hoje não veio esse recurso, tentei com o presidente(delegado federal), agora já mudou de novo e agora estão dizendo que para o ano vem, agora até hoje não recebemos recursos aqui em Remígio do MDA não. Tivemos um matadouro pra sair, compramos o terreno por parte da prefeitura em contrapartida, mas até hoje não foi empenhado nada de emenda para isso”, explica o prefeito ao dialogar com os ouvintes do Programa Domingo Rural do último domingo, 26 de setembro.

Ele informou que a prefeitura tem estado dentro das discussões territoriais através de seu gabinete e suas secretarias governamentais na busca de encontrar alternativas sustentáveis para Remígio e os demais municípios daquele território. “Eu tenho participado, o secretário de agricultura tem ido todas as reuniões, eu como prefeito tenho ido, na última reunião agora dos meses passados ficou tudo acertado, juntou-se o prefeito de Algodão, Isaac; o prefeito de Arara, José Ernesto; o prefeito de Areia; Elcinho; e o prefeito de Remígio, Cláudio Regis que sou eu para o ouro vir para Remígio que é territorial com as quatro cidades sem um matadouro precisando e esse matadouro não veio, aí você sabe, eu faço política, agora vir depois da política eu mesmo não acredito. Candidatos, mesmo meus, que traz depois eu não posso, tem que ser como Lula, tem que ser como Maranhão que traz antes e o povo vê”, desabafa aquele executivo ao falar com os ouvintes da Rádio Serrana de Araruna, Rádio Cultura de São José do Egito e Rádio Independente do Cariri. “Como é que você vai mostrar e passar por mentiroso e o recurso não vem”, reclama o prefeito ao se reportar ao negociado em assembléias territoriais. E acrescentou ainda. “Você vê agora mesmo em Arara foi uma grande obra, agora em Lagoa Seca foi, Puxinanã foi, quer dizer, só Remígio que não foi, por que? O presidente(delegado) até é filho de Remígio, porque Remígio não vem nada do MDA, que entrave é esse que o MDA tem com Remígio? Eu queria saber porque”, reclama aquela autoridade.

“Eu tenho mostrado nos quatro cantos do município, como no ano passado, trouxe R$ 10 milhões de obras, esse ano estou com R$ 5 milhões empenhados, terminando hospital, calçando mais de 100 mil metros de esgotamento, melhorando a saúde, com quatro ônibus que já recebemos três e outro chega agora para o mês, ampliando a saúde com mais três PSFs como já estão aí, quer dizer, eu tenho mostrado que tenho trabalhado, e digo ao povo, acredite em quem vê como eles acreditam pisando em calçamento, vendo as obras, vendo salário em dias, agora não acreditem em quem promete e não traz, quer dizer, pagamento depois isso é impossível, tem que ser antes”, reivindica a autoridade executiva municipal.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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