Presidente do BID visita Embrapa e conhece pesquisas de biotecnologia

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa recebeu na última quarta-feira(27) pela manhã a visita do presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID, Luiz Alberto Moreno (foto). Ele veio acompanhado do diretor nomeado pelo Brasil no Banco, José Carlos Miranda, e do vice-presidente de países, Otaviano Canuto, além de outros representantes da instituição em comitiva que foi recebida pelo diretor-presidente da Embrapa, Silvio Crestana, e depois visitou os laboratórios de biotecnologia da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das 41 unidades da Embrapa, localizada em Brasília-DF.

A informação foi repassada pela assessora de comunicação da unidade, Fernanda Diniz, justificando que a vinda do presidente do BID ao Brasil teve como objetivo definir as diretrizes de atuação do BID no país nos próximos quatro anos, acrescentando que ele visitou também a Petrobrás, entre outras instituições.

Diniz informou que as pesquisas para desenvolvimento de plantas transgênicas despertaram muito o interesse de Moreno, pelo alto nível tecnológico e também pelos benefícios que podem trazer para a sociedade brasileira. “Entre elas, destaca-se o feijão transgênico resistente ao mosaico dourado do feijoeiro. Essa é a pior ameaça à cultura do feijão no Brasil, capaz de causar perdas de 40 a 100% da Bahia ao Paraná”, informou Diniz, complementando que, segundo o pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Francisco Aragão, que recebeu o presidente do BID na Unidade, o feijão transgênico já está sendo testado no campo da Embrapa Arroz e Feijão, em Goiânia, com bons resultados. “Outro motivo de orgulho para a ciência brasileira e que também chamou a atenção de Moreno é a parceria entre a Embrapa e a BASF para desenvolvimento de variedades de soja geneticamente modificadas com tolerância a herbicidas da classe das imidazolinonas. Essas plantas estão sendo desenvolvidas no Brasil e vão atender a programas de melhoramento de mais de 20 países”, comemora a jornalista.

Ao contatar com Stúdio Rural. Diniz relatou que Aragão destacou ainda outras potencialidades da engenharia genética para utilização de plantas transgênicas como biofábricas para produção de fármacos, entre outras.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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