Rede algodão agroecológico discute projeto e recursos para o fortalecimento da cultura no semiárido

Entidades de agricultores, pesquisadores, empresas e entidades interessadas na interessadas no processo produtivo do algodão, agricultores e agricultoras se encontraram no auditório da Embrapa Algodão Campina Grande na reunião da rede do algodão agroecológico do semiárido, temas que foram trabalhados por representações do Sebrae, Emater Remígio, empresa francesa Tudo bom?, ONG cearense Esplar, coopnatural, AS-PTA, Arribaçã, Embrapa, Pólo Sindical, PDEC dentre outras.

O representante da Espalar, agrônomo Pedro Jorge de Lima, disse que a reunião objetivou repassar para todo o grupo informações sobre a preparação de um projeto que a Rede está encaminhando para uma entidade de cooperação internacional holandesa chamada ICCO que apóia vários países do mundo nas cadeias do algodão agroecológico, madeiras sustentáveis e frutas tropicais, projeto aprovado e que visa dinamizar e fortalecer a cadeia agroecológica do algodão dos agricultores e agricultoras familiares no semiárido brasileiro. “Vem pra somar ao que já existe, encontra as ações nossas que fazemos parte da rede e também da própria ICCO de integrar a atividade as empresas que são atuais compradoras e outras que potencialmente possam vir se interessar pelo comércio do algodão agroecológico porque não adiante a gente incentivar a produção se não tiver já o mercado garantido, não adianta também as empresas chegarem e tentar comprar se não tiver o algodão, então as duas pontas têm que se encontrar e já estão se encontrando há mais de três anos nessa rede e a tendência será buscar os interesses comuns entre as duas pontas: o mercado do algodão e a produção, no sentido de juntar esses esforços para atingir um grande objetivo que é o desenvolvimento da agricultura familiar”, relata Pedro Jorge, explicando que o projeto prevê o reforço técnico com intercâmbio aos grupos que não tem ainda”.

José de Sinésio é agricultor agroecológico no Assentamento Queimadas, em Remígio-PB, falou sobre as dificuldades de se levar as informações sobre as tecnologias adaptáveis até os campos produtivos e garante que os programas radiofônicos representam a forma mais interesse e eficiente de envolver as famílias agricultoras em razão da maneira fácil de se escutar rádio que é possível escutar simultaneamente enquanto se desenvolve as atividades do dia a dia, citando como exemplo o Programa Domingo Rural, apresentado através da Radio Serrana AM 590 kHz em rede e Programa Esperança no Campo e Programa Universo Rural da Rádio Cidade de Esperança AM 1.310 kHz em rede, programas produzidos e apresentados por Stúdio Rural. “É isso, eu acho que é o mais verdadeiro é aquelas pessoas que possuem seu radinho e está ouvindo a programa que houve aqui no rádio, isso aí é sim, a verdade é essa”, dialoga Sinésio com os ouvintes nos estados nordestinos diversos que recebem os sinais das emissoras parceiras, evidenciando o reforço dado pela comunicação rural desempenhada por nossa equipe e garante que nas reuniões os temas sempre trabalhados no programas rurais são sempre referências para uma melhor compreensão.

Durante entrevista através das diversas emissoras parceiras de Stúdio Rural, Sinésio falou das limitações em se desenvolver o trabalho em razão da distância existente entre as famílias agricultoras e garante que a comunicação eficiente e adaptável a região fará mesmo a diferença e que as medidas a serem tomadas têm que ser urgente. “É verdade, hoje mesmo eu estou cobrando da rede pra rede mostrar um programa pra todos os agricultores diretamente á rádio”.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

Deixe seu comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Campos marcados como (obrigatório) devem ser preenchidos.

Newsletter

Através da nossa newsletter você ficar informado, o informativo do estudo rural já conta com mais de 20 mil inscritos, faça parte você também.

Back to Top