Regional Areia-PB aponta perspectivas para 2019 após fazer balanço de ano anterior

Fazer um balanço das ações desenvolvidas pela extensão paraibana, via regional do município de Areia, Brejo paraibano, foi o objetivo da participação do extensionista daquela instituição, Alto Martins da Costa, ao participar do Programa Domingo Rural e Programa Esperança no Campo, falando de ações trabalhadas, perspectivas de ações a serem trabalhadas e sobre o deslocamento do mesmo para trabalhar no regional Campina Grande a partir deste ano 2019. “O regional de Areia é composto por 11 municípios: Pilões, Areia, Alagoa Nova, Matinhas, São Sebastião de Lagoa de Roça, Esperança, Algodão de Jandaíra, Remígio, Areial, Montas e Puxinanã. Ele atinge três microrregiões. Brejo, Agreste e Curimataú da Paraíba, cada um com característica de solo e clima diferentes”, explica Martins.

Ele falou sobre as atividades desenvolvidas no ano de 2018 e fez um prognóstico de perspectivas para o ano de 2019 garantindo citando como pontos importantes trabalhados a introdução do algodão agroecológico dentro do Projeto Algodão Paraíba em três municípios daquele regional e foi otimista com as possíveis ações a serem trabalhadas em 2019. “Se confirmando as previsões dos cientistas, principalmente doutor Molion, professor da Universidade Federal de Alagoas, de que as chuvas ocorram normalmente com característica até acima da média, se o produtor tiver a disponibilidade de sementes, tiver a disponibilidade do crédito aliado as ações sociais do governo, porque são imprescindíveis na nossa condição de semiárido, temos boas perspectivas”, evidencia.

Martins explicou que, depois de bons anos em que coordenou aquele regional, a partir deste ano 2019 passa a trabalhar no regional Campina Grande e garante que o objetivo é continuar colaborando para o fortalecimento da extensão rural no Estado da Paraíba. “Por livre e espontânea vontade eu pedi desligamento do cargo de coordenador regional pedindo transferência para Campina Grande até porque eu moro em Campina Grande e já fazia dez anos que eu viajava de Campina para Areia e isso torna numa situação muito desconfortável, eu sempre fui um extensionista que morei na cidade onde trabalhei e hoje estou dez anos fora de Areia trabalhando em Areia e não me sentia confortável já que comecei a não mais participar da vida da cidade, da vida social da cidade, dos movimentos, dos conselhos municipais e outras atividades que antes participava e isso me deixava um tanto constrangido e foi um dos motivos que me levou a pedir pra sair, além da insegurança de estar viajando todo dia e eu não tinha mais 20 anos de idade”, explica Alto Martins em contato direto com nosso público ouvinte Programa Esperança no Campo e Programa Domingo Rural.   

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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