Representante do MDA diz que movimento perdeu licitação das sementes da paixão

Falando aos ouvintes dos Programas e emissoras parceiras do Stúdio Rural, o delegado adjunto do desenvolvimento agrário do MDA no Estado da Paraíba, Antônio Alves, falou sobre o empenho que o Governo Federal tem celebrado com a agricultura familiar paraibana, em especial com as entidades e agricultura familiar do Pólo da Borborema.

Aquela liderança disse lamentar porque o governo lançou edital de licitação para o processo de compra de sementes da agricultura familiar e as entidades perderam o período de concorrer com seus projetos, fazendo com que o governo, através do Programa Brasil sem miséria, providenciasse a compra de sementes produzidas pela Embrapa sem uso de veneno ou produtos químicos quaisquer. “Eu acho que as entidades da sociedade civil que defendem essa política, não sei se por desinformações, talvez não estavam informados e então não cumpriu esse papel, mas vai sair nova chamada pública e a nossa orientação mais uma vez é que entrem para disputar essa chamada que tem a semente adquirida dos agricultores, sementes da paixão” explica Alves ao dialogar com Stúdio Rural.

Ele garantiu que a Embrapa produziu uma semente sem tratamento com uso de produtos químicos e que, desta forma, os agricultores só não tiveram acesso a diversidade já que eram apenas uma variedade de semente de milho e feijão especialmente. “Na verdade nós deveríamos ter outras variedades e se o pessoal tem entrado nessa disputa dessa chamada, então teriam uma variedade enorme aqui para o território da Borborema”, acrescenta aquela representação do Governo Federal.

Em recente entrevista concedida pelo gerente da Embrapa Transferência de tecnologia, escritório Campina Grande, Daniel da Silva Ferreira falou sobre os convênios celebrados entre a Embrapa e o Ministério do Desenvolvimento Agrário para a disponibilização de sementes que viabilizassem o programa de sementes no estado e garante que a produção e embalagem das sementes foram feitos sem qualquer tratamento químico. “A Embrapa prima por qualidade, na verdade quando o Ministério do Desenvolvimento Agrário procurou a Embrapa ele fez algumas exigências e dentre elas, apesar de existir uma recomendação do Ministério style=mso-spacerun: yes>  pra que sementes de milho por exemplo saírem tratadas porque melhora a qualidade fisiológica da semente, essas que vieram aqui para a Paraíba não foram nem sequer tratadas com fungicida. E vale salientar que pela legislação quando você trata uma semente você tem que colocar um corante que é pra dar aquele aspecto diferenciado, ou seja, geralmente se usa a cor vermelha e essas(sementes) não têm essa coloração o que comprova mais uma vez que não foram tratadas quimicamente”, esclarece Ferreira.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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