Unidade gestora intensifica mobilizações do P1+2 no Brejo, Curimataú e Agreste paraibano

Continuar o processo de formação das famílias agricultoras contempladas no Programa Uma Terra e Duas Águas(P1+2), ação desenvolvida pelas entidades da ASA Paraíba, Articulação do Semiárido Paraibano, com parceria desta fase com o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome(MDA) é a meta a ser alcançada e que está em execução nos municípios que estão contando com essa fase do Programa a exemplo de Queimadas, Remígio e Casserengue que estão no processo de formação e capacitação além do processo de viagens de intercâmbios que visam a troca de experiências entre as famílias agricultoras que trabalham a agricultura agroecológica.

Stúdio Rural conversou com o assessor técnico da AS-PTA, José Camelo, que falou sobre a agenda de atividades a se desenvolver no decorrer deste mês de junho, preenchendo requisitos do projeto previamente elaborado. “Nós estamos no mês de junho ainda num período em que a gente esperava muita chuva, mas a chuva ainda está demorando mais ainda há esperança de que caia chuva nesse mês até porque a gente já está muitos agricultores com as lavouras se perdendo com a seca, mas ainda há uma esperança de que caia chuva pelo menos pra podermos estar armazenado água pra o consumo humano, consumo dos animais e também está armazenando essa água pra poder estar produzindo nas infra-estruturas que foram construídas e ou que ainda estão sendo construídas que são as cisternas de água pra beber do P1MC assim como também nas cisternas calçadão que a gente está construindo desde o ano passado, então nesse mês a gente está programando algumas atividades de formação, amanhã dia 10 e 11 nós vamos ter uma formação com os agricultores e agricultoras do município de Casserengue onde vamos estar discutindo sobre os caminho da água na propriedade, como é que a família está manejando essa água na propriedade com é que a família está conseguindo captar essa água em sua propriedade, seja na forma de cultivo do solo, com é que ele está barrando a água através dos plantios de curva de nível, até a forma de como ele está cultivando a terra é uma forma de está também segurando essa água, assim também como é que a família está captando a água através dos barreiros, através dos tanques de pedras, através da cisterna, do consumo da família, através da cisterna calçadão, então a importância dessa formação é fazer com que as famílias percebam que viver no semiárido é preciso a gente também ter estratégia de armazenamento, estocagem de água, de alimento e de forragem para a gente ter mais segurança, porque como exemplo desse ano a gente está tendo um ano típico de uma ano de inverno ruim porque chega chuva e passa muito tempo e isso faz com que as famílias percam sua lavoura”, explica Camelo.

Ele lembrou que nesse processo de formação também acontecerão reuniões, principalmente com mulheres, nos municípios de Solânea( dias 14 e 15), município de Remígio(dias 16 e 17) além de intercâmbios que acontecerão com agricultores da Paraíba em visita ao Rio Grande do Norte e famílias agricultoras daquele estado visitando experiências na Paraíba a exemplo de um intercâmbio de agricultores paraibanos da região do Pólo que farão visita a experiências no município de Umarizal-RN(16 e 17), agricultores da região do Pólo da Borborema que visitarão experiências no município de Caraubas-RN(17 e 18) e famílias agricultoras de Mossoró-RN que visitarão unidades produtivas no município de Queimadas na Paraíba(dia 22 de junho).

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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