Faepa fortalece parceria objetivando cumprir metas contra aftosa na Paraíba

Com o objetivo de tornar a Paraíba livre da Febre Aftosa a Faepa, Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba, em parceria com a SEDAP, Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, está desenvolvendo um trabalho de conscientização junto aos pecuaristas de todo o Estado da Paraíba.

A afirmativa é do presidente da entidade, Mário Borba(foto), justificando que tem sido uma preocupação da entidade em resgatar essas qualidades como instrumento de agregação de valor para a pecuária paraibana que, segundo ele, tem perdido inúmeros negócios com Estados em situação privilegiada quando relacionado ao Estado da Paraíba, fazendo com que em exposições possam apenas entrar com seus produtos sem, no entanto poderem retornar em razão da realidade por que passa o estado. “É uma preocupação constante nossa, vamos criar agora o fundo agropecuário que é um fundo que está ligado ao setor privado, a Federação da Agricultura mais uma vez encabeça essa iniciativa de criar o fundo privado agropecuário e, acreditamos que a partir do dia 15 de maio vai começar o cadastro agropecuário da Paraíba, o secretário Quintans junto com a Secretaria de Administração com a contração de mais 75 técnicos administrativos para que possa fortalecer junto aos veterinários e zootecnistas que já foram contratados á dois anos atrás e que possa fechar o quadro de funcionários da Defesa Agropecuária da Paraíba”, informa Borba dizendo ser um dos requisitos básicos para tornar o estado livre de uma vez por toda da Aftosa.

Borba falou das limitações que empresários pernambucanos estão tendo em apresentar seus rebanhos em exposições no Estado da Paraíba que, ao participar do evento, não podem retornar com seus animais para o estado de origem. “Por exemplo, alguns produtores de Pernambuco queriam participar de nossa exposição e não vieram porque não podiam retornar àquele estado, eles não podem retornar aqui do Estado a não ser que façam uma quarentena aqui na Paraíba e isto tem um custo elevado com deslocamento de pessoal, ração, trato de animais e com isso fica impossível você trazer animais de outros estados”, argumenta Borba ao contatar com a equipe Stúdio Rural.

Os criadores têm até o dia 10 de maio para declarar a vacinação do rebanho. Para isso, devem procurar uma das 27 ULSAV – Unidades Locais de Sanidade Animal e Vegetal, ou um dos 100 EAC – Escritórios de Atendimento à Comunidade.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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