Ação parceira promove curso sobre palma forrageira adensada em Caraúbas

Uma ação parceira do Senar Paraíba e Prefeitura Municipal de Caraúbas, via Projeto Agronordeste, promoveu um curso de capacitação sobre o cultivo da palma forrageira adensada.

Notícias agrícolas, da Rádio Stúdio Rural, entrevistou o consultor do Senar, Dário Medeiros Bezerra, falando sobre o objetivo, a quem se destinou dentre outras informações. “Essa capacitação ocorreu agora entre 10 e 12 de setembro, sexta, sábado e domingo, ocorreu no município de Caraúbas para os produtores atendidos pela ATEG, Assistência Técnica e Gerencial que é metodologia do Senar para os produtores de caprinovinocultura de corte”, explica Dário ao dialogar com nosso público ouvinte nesta quarta-feira(15) acrescentando que a ação é uma pedida das lideranças locais via Secretaria da Agricultura daquele município.

Ele explicou que participaram 14 empreenderes rurais com participação de componentes da secretaria e da prefeitura local com a meta de conhecer as exitosas técnicas de cultivo adensado da palma na busca de produtividade. “É uma nova tecnologia que visa aproveitar ao máximo as pequenas áreas dos pequenos produtores, principalmente os agricultores familiares têm, e aí a gente entra com essa tecnologia aproveitando a área podendo produzir mais num pequeno pedaço de terra”, explica Dário.

Ele acrescentou que a técnica consiste em plantar a palma num espaçamento de até nove raquetes por metro linear por 1,8m a 2 metros entre linhas. “Com esse espaçamento aí a gente consegue chegar a cinco mil raquetes por hectare”, explica dizendo que são vários tipos de plantios que oferecem condição de superar produção por produtividade.

Análise e preparo de solo, correção de deficiências com adubação química e orgânica foram temas colocados na capacitação, explica aquele técnico afirmando que o uso de esterco chega a 30 toneladas por hectare. “Tem que distribuir e o esterco tem que estar curtido pra evitar problemas de doenças de bactérias no solo que venham ocasionar problemas na palma que é susceptível também a algumas doenças de solo, então a gente tem que fazer todo o processo do início ao fim pra poder obter resultado com a palma no sistema adensado”, justifica.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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