Agricultores familiares do Coletivo e pesquisadores avaliam variedades de milho agroecológico em Juazeirinho

Famílias agricultoras do Coletivo Regional do Cariri, Seridó e Curimataú e do Pólo da Borborema participam de uma oficina de avaliação de variedades de milho tradicionalmente trabalhadas na agricultura familiar em microrregiões do Estado da Paraíba dentre outras variedades trabalhadas pela Embrapa, numa ação exercida em parceria com entidades de pesquisas e a Universidade Federal da Paraíba, Campus Bananeiras dentre outras.

style=FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?; 10pt FONT-SIZE:>A estagiária em agricultura agroecológica do Coletivo, Socorro Luciana de Araújo(foto), explica que tudo está pronto para que os resultados sejam bem trabalhados por todas e todos os participantes, lembrando que o evento acontecerá na próxima quinta-feira, dia 12 de agosto, na comunidade Sussurana, município de Juazeirinho, e contará com a participação de setores da pesquisa e universidades. “É muito importante porque é um dia em que vamos socializar com todos os agricultores as experiências entre as regiões para estar valorizando as sementes de cada região”, explica Socorro ao ser entrevistadas no Programa Domingo Rural deste domingo(08), lembrando que trata-se de um trabalho continuado.

style=FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?; 10pt FONT-SIZE:>Socorro informou que ao total são doze variedades de milho que estarão sendo avaliadas em estratégias de plantios que possam oferecer diagnósticos de resultados que venham a contribuir para que as entidades e famílias agricultoras possam tomar melhor decisão de escolha na hora de desenvolver seus plantios. “Ao total foram doze variedades, só que duas a gente plantou de agricultores do Paraná e duas que foram do governo que é uma da Embrapa a BR 51 e o Catingueiro, também para estar avaliando quais essas variedades que melhor se adaptam a região do Coletivo e as demais”.

style=FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?; 10pt FONT-SIZE:>Ela explicou que pouco a poucos as entidades vão encontro referências e resultados que possam ser apresentados aos órgãos de governo como propostas para que se execute políticas de sementes que atendem as reais necessidades das famílias agricultoras e que contemplem suas experiências. “Exatamente, é a oportunidade que nós agricultores e estudantes temos que estar conhecendo cada variedade e está brigando junto com as políticas públicas, mostrando o conhecimento que o agricultor tem e assim valorizando cada um em sua região”, relata aquela estudante de agroecologia aproveitando para dizer aos ouvintes que se aproximem das ações que estão sendo desenvolvidas pelas entidades que pouco a pouco estão dando um novo sentido na forma de fazer agricultura dentro de uma visão de sustentabilidade.

style=FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?; 10pt FONT-SIZE:>Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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