Câmara Municipal discute fim do lixão em Campina Grande
A Câmara Municipal de Campina Grande aprovou na manhã da última quarta-feira, 13, requerimento nº 143 de 12 de fevereiro de 2007, de autoria do vereador João Dantas (líder da oposição) requerendo a realização de sessão especial para discutir o fim do lixão em Campina Grande.
A informação foi repassada pela assessoria do parlamentar, justificando que de acordo com o vereador a forma como a coleta de lixo é feita na cidade e, principalmente, a situação em que se encontra o depósito de lixo, conhecido como lixão é totalmente irregular, provocando problemas no solo e poluindo os lençóis freáticos e as residências que localizam-se próximas.
A assessoria informa que o parlamentar reconhece que o problema é de todos, que na cidade já deveria existir um aterro sanitário que evitaria o escorrimento do chorume nos leitos dos riachos causando fortes e diversas poluições, acrescentando que para o parlamentar aquele lixão é criminoso, devendo ser estudado alternativas urgentes. Para o vereador falta um maior comprometimento do Governo Municipal para solucionar a questão do lixão em Campina Grande, mas a Câmara Municipal estará fazendo a sua parte realizando as discussões, inclusive analisando o Projeto de Lei nº 014/2007 de sua autoria, que estabelece princípios, procedimentos, normas e critérios referentes à geração, acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos no município, visando o controle da poluição, da contaminação e a minimização de seus impactos ambientais, reata a assessoria parlamentar, acrescentando que estarão sendo convidados os especialistas Valderi Duarte Leite, professor doutor em saneamento da UEPB e o professor doutor Afonso Macedo, do departamento de Engenharia da UFCG para enriquecimento das discussões e busca da solução dos problemas.
Ao contatar com Stúdio Rural a assessoria do parlamentar informou que João Dantas concluiu dizendo que existem alternativas viáveis, como a construção de um aterro sanitário moderno, a inclusão de uma coleta de lixo seletiva, o incentivo a cooperativas de catadores e de reciclagem, além de um maior aproveitamento dos resíduos orgânicos.
Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural




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