Entidades discutem mais três territórios de desenvolvimento rural no Sertão paraibano

Mais três territórios de desenvolvimento rural sustentável a serem criados no Alto Sertão da Paraíba é a meta das entidades de agricultores, de governos e as não governamentais que realizaram quatro reuniões durante este mês de janeiro nas cidades de Sousa, Catolé do Rocha, Cajazeiras e Pombal.

No último dia 09 a primeira reunião aconteceu na cidade de Aparecida envolvendo as cidades polarizadas, no dia 10 aconteceu reunião na cidade de Catolé do Rocha num trabalho envolvendo os municípios daquela região, no dia 16 foi a vez da cidade de Cajazeiras e no dia 17 último foi a vez da cidade de Pombal que contaram com a participação de representações da Embrapa Algodão e Embrapa Transferência de Tecnologias, Ministério do Desenvolvimento Agrário e entidades locais diversas.

Para o delegado adjunto do MDA na Paraíba, Antônio Alves, participante dos eventos, o Sertão representa uma região de grandes dimensões o que fez com as entidades organizassem discussões em quatro microrregionais e ao final fizessem opção pela construção de três ou quatro unidades territoriais sertanejas, quando contabilizando o Vale do Piancó, e disse que no mês de fevereiro essas questões serão compartilhadas pelas entidades de interesse.

Segundo o representante da Embrapa Algodão no evento, Heleno Alves de Freitas(foto esquerda), a reunião foi proveitosa a medida que revelou a importância dos Fóruns participativos nas discussões territoriais, justificando que a participação de lideranças locais fizeram com que as decisões em cada reunião fortalece cada discussão. Freitas informou que já ficou agendada uma reunião para o próximo dia 13 na cidade de Aparecida que terá o papel de discutir o tamanho e quantidade de territórios no Alto Sertão e encaminhar a solicitação ao MDA para a implantação de cada unidade territorial sertaneja.

Freitas garante que as experiências já trabalhadas nos outros territórios do Estado da Paraíba têm facilitado a compreensão por parte das lideranças locais sobre a importância da construção do território e com o papel exercido por parte das entidades daquela região o trabalho tende a ser concluído com certa brevidade. “A virtude e a vantagem do território passa pela compreensão de um governo popular que valoriza as experiências locais e a experiência da sociedade que seja no campo produtivo, cultural e na sua dinâmica diversa, quando ele valoriza esse projeto que chega em Brasília e que já foi discutido pelo território, ele já tem uma pontuação pra ser aprovado e os gestores das cidades que não tem um território já tem percebido essas limitações”, explica Freitas ao falar sobre a importância de se estar organizado em territórios que discutem o uso dos recursos destinados a cada microrregião, opções de investimento em ordem de prioridade feita pelas representações comunitárias.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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