Entidades iniciam colheita do algodão em Sumé destinado a produção em estados do NE

Entidades de agricultores e a Embrapa Algodão deram início a colheita da produção de algodão de um dos campos produtivos da variedade BRS Aroeiras, unidade iniciada no mês de agosto deste ano e colheita iniciada na última quinta-feira(08/01) na comunidade Pitombeiras, município de Sumé e terá produção destinada ao suporte de um projeto da Petrobrás em parcerias com entidades e será trabalhada em microrregiões da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

Stúdio Rural compareceu ao local e conversou com lideranças de agricultores, produtores e pesquisadores que falaram sobre o sentido desta primeira fase do projeto responsável pela produção da semente para o plantio das diversas outras unidades na safra agrícola 2009.

Para o representante do Projeto Dom Helder(entidade parceira do empreendimento), Fábio Sousa, a primeira fase do projeto correspondeu a perspectiva, dando sinal de que a continuação do projeto será positiva já que a cultura BRS Aroeiras, destinada a produção de óleo, tem característica para a região Centro Oeste brasileira, mas com o acompanhamento dos pesquisadores da Embrapa foi possível encontrar um ponto de equilíbrio produtivo para a cultura, experiência que será, também, utilizada nos futuros campos produtivos nos três estados contemplados com o projeto e, também, o Estado do Ceará que será trabalhado com a parceria do Esplar.

Para o agrônomo da Embrapa, Felipe Macedo Guimarães, com muita observação foi possível a produção da cultura que surpreendeu com a capacidade produtiva, com o processo de convivência com o bicudo, mas preocupou as parceiras com a presença de uma cochonilha, em um dos campos, que levou os pesquisadores á adotarem tecnologias naturais de convivência com a praga capaz de dar resposta produtiva satisfatória.

Heleno Alves de Freitas, da Embrapa Algodão, falou sobre os objetivos da ida das entidades parceiras neste primeiro dia de colheita agroecológica do algodão, afirmando que a outra unidade será utilizada para um Dia de Campo nos próximos dias fazendo com que todo o aprendizado obtido naquela unidade seja compartilhado com as comunidades rurais daquela localidade. “É importante que os agricultores e agricultoras familiares de nossa região estejam de espírito aberto e boa vontade para absorver os novos conhecimentos, esquecer os modos tradicionais, as variedades tradicionais que se plantava aqui, plantar as variedades recomendadas e as variedades que são efetivamente estudadas e designadas para esse fim e com certeza o êxito será total como você está vendo em loco aqui neste campo”, argumenta Freitas, justificando que em Breve anunciará o Dia de Campo sobre as ações trabalhadas naquela unidade de produção e pesquisas.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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