Equipe da Embrapa compara custos entre sistema convencional e de produção integrada de morango

A equipe do Projeto de Produção Integrada de Morango – PIMo, liderada pela Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP), se reúne nesta quinta-feira(26), no Instituto de Desenvolvimento da Gestão Empresarial no Agronegócio – Igeagro, em Piracicaba, SP, para analisar o levantamento de dados para comparação de custos entre sistema convencional e sistema de produção integrada.

A informação é da assessora de comunicação da Embrapa Meio Ambiente, Cristina Tordin, justificando que, segundo a pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente e líder do projeto, Fagoni Calegario, depois do resgate de todas as informações levantadas, serão analisados em conjunto com os parceiros e elaborada uma publicação. “Na safra de 2008, de acordo com informações do Igeagro, na Unidade Demonstrativa Central da PIMo houve redução de mais de 50% dos custos com aplicação de agrotóxico em comparação com o sistema convencional”, explica aquela assessora, acrescentando que, segundo o presidente do Igeagro, Engenheiro Agrônomo João Carlos Vianna de Oliveira, o sistema PIMo, ao racionalizar o uso de insumos, se apresenta como excelente forma de reduzir custos de produção, aumentando a proteção do trabalhador, do ambiente e do consumidor.

Tordin informou que uma das atividades mais importantes desenvolvidas em 2009 pelo Programa no Estado de São Paulo (PIMo-SP) foi a realização do curso de formação de responsáveis técnicos e auditores da PIMo, oferecido em outubro, com a participação de engenheiros agrônomos das principais regiões produtoras do Brasil.

Ela informou ainda que o curso utilizou como referência a Instrução Normativa n°14, de 1 de abril de 2008, que aprova as Normas Técnicas Específicas para a Produção Integrada de Morango (NTE-PIMo) e que foram ministradas aulas sobre: material propagativo, implantação do cultivo, manejo da parte aérea, nutrição de plantas, manejo e conservação do solo, sistemas de cultivo em substrato, irrigação, pragas e seu controle, manejo de ácaro rajado, doenças e seu controle, equilíbrio e métodos alternativos de controle de doenças, grade de agrotóxicos, técnicas de colheita e pós-colheita (classificação, caixas de colheita, higiene, embalagem e etiquetagem), transporte, armazenamento, logística, comercialização, processos de empacotamento, capacitação de recursos humanos, equipamentos de aplicação, preparo, aplicação e armazenamento, destino das embalagens, análise de resíduos de agrotóxicos, análise microbiológica, sistema de rastreabilidade e cadernos de campo e de pós-colheita, técnicas de auditoria, abordagem da auditoria, lista de verificação, planejamento, gerenciamento e relatório de auditoria, exercício prático de auditoria e avaliação.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural
Foto: Fagoni Calegario

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