Faepa manifesta indignação contra o abril vermelho

“Trabalhadores rurais sem terra prometeram e estão promovendo uma série de invasões em todo país, não só a propriedades rurais, mas também à empresas, instituições do setor agropecuário e órgão públicos”.

A afirmação é da Faepa (Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba), através de sua assessoria, dando conta que para o presidente da entidade, Mário Borba, o movimento dos sem terra está ultrapassando todas as barreiras do bom senso e ainda está violando artigos do Código Penal, além de cometer crimes como danificação de patrimônio. “Segundo Borba, as manifestações vêm se avolumando desde o mês de março, quando os ativistas ligados ao MST e a Via Campesina ocuparam terras de reflorestamento de três empresas do setor de celulose no Rio Grande do Sul e no Espírito Santo; No Paraná fizeram protestos fizeram protestos em frente uma fábrica de herbicidas, a Nortox; Em São Paulo invadiram a Usina Vecasa, produtora de álcool; No Ceará interditaram a rodovia do agronegócio, usada por exportadores de frutas”, informou a assessoria da entidade.

Na última semana, informou a assessora da entidade, jornalista Eudete Petelinkar, os sem-terra voltaram a promover ações em diversos estados reivindicando o assentamento de 150 mil famílias e que desta vez incluindo a Paraíba, onde, segundo ela, cerca de 400 famílias acampadas na fazenda de São André dos Anjicos invadiram uma das três fazendas da usina Olho D’água, nas proximidades da cidade de Juripiranga e interditaram a BR 230, próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal em Café do Vento.

Petelinkar fez um balanço nacional dos acontecimentos dos conflitos pelo acesso a terra em todo o país, fazendo um balanço da realidade nos estados do Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Brasília, dentre outros estados brasileiros.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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