PAA gera trabalho, renda e melhora qualidade de vida de comunidade organizada de Pedra Lavrada

Cinco famílias de agricultoras da Comunidade Canoa de Dentro, município de Pedra Lavrada, já percebem a melhoria da qualidade de vida em razão de um conjunto de ações integradas a exemplo do processo de produção agrícola de milho verde, maxixe, quiabo, feijão verde e um processo de agregação de valor que vão de doces e polpas de frutas diversas dentre outras, linha de produtos que estão sendo vendidos através do PAA, Programa de Aquisição de Alimentos da Conab, Companhia Nacional de Abastecimento.

O trabalho tem o assessoramento do PATAC, Programa de Aplicação de Tecnologias Apropriadas as Comunidades em parceira com as entidades do Coletivo Regional de Educação Solidária do Cariri, Curimataú e Seridó, envolve um grupo de mulheres que desenvolve o beneficiamento de frutas diversas a exemplo do umbu que após beneficiado gera elevado número de produtos que são vendidos a Conab e são entregues diretamente em órgãos sociais a exemplo de creches da própria região.

Stúdio Rural visitou a experiência daquelas famílias e conversou com a agricultora Maria Betânia Burity Alves que disse ser um programa de muita importância já que fez com as donas de casa passassem a produzir, agregar valor ao produzido e atingissem o mercado gerando renda para a família. “Produto natural, produto de qualidade, todo sem agrotóxico, é bom a gente prevalecer isso que todo o produto é sem agrotóxico e com ótima qualidade. Daqui não sai somente o produto do umbu, a gente trabalha com os produtos do umbu, com o doce, com a polpa, com a geléia, o suco a vapor e os agricultores estão fornecendo o milho, o jerimum, o feijão verde, a pinha até o maxixe a gente vendeu também para o programa do PAA e isso está fortalecendo bastante a comunidade”, comemora.

Ela disse acreditar ser uma política de governo que valoriza a agricultura familiar já que até recentemente a produção de muitos produtos não tinha significado algum para o mercado e para os programas governamentais e garante que os produtos são bem valorizados dentro da realidade de mercado. “A Conab fez uma pesquisa de mercado e estabeleceu um preço, pra quem não tinha nada e que os produtos ficavam aí sem valor nenhum a exemplo do ano passado em que a gente vendeu 500 quilos de polpa na safra todinha e esse ano a gente já vai com 2,5 mil quilos de polpa pra você ter uma idéia e esse preço que a Conab conseguiu formalizar é um preço que é acessível, dá pra gente fazer o produto, a gente tira as despesas e fica com um lucro bastante razoável ainda”, relata a agricultora acrescentando que muitos produtos caem o preço na época de muita oferta e o governo segura o preço com estabilidade.

Betânia garante que tudo só está sendo possível graças as entidades de agricultores que buscam capacitar as famílias com tecnologias apropriadas a região. “É bastante importante porque é o seguinte: se não fosse o Patac a gente não teria esse apoio. Porque eu participo do Coletivo Regional da Paraíba na comissão de sementes e através dessa comissão com o apoio do Patac e das outras entidades é que a gente começou a descobrir que poderia estar aproveitando o que tem na nossa comunidade sem deixar se desperdiçar tanto e se não fosse o apoio do Patac não teríamos tantos agricultores com a vida bastante melhorada. Não é que trazem dinheiro para esses agricultores não, eles ensinam, eles orientam aqueles agricultores a viverem da sua comunidade, do que sua comunidade produz”, explica.

Aquela agricultora falou da importância da sociedade ter se organizado através de uma proposta nova de convivência com a realidade semiárida nordestina e apresentado aos setores de governo fazendo ser executadas enquanto políticas públicas a serviço da própria comunidade. “É uma política que está ajudando as pessoas a viver melhor, as pessoas terem uma vida mais adequada em sua comunidade. Quem diria que uma comunidade como Canoa de Dentro estaria recebendo por exemplo doze cisternas de 52 mil litros? E quem foi que trouxe esse apoio pra comunidade? Foi o Patac juntamente com as outras entidades, com os órgãos que estão desenvolvendo a comunidade”.
Produtos style=mso-spacerun: yes>         Unidades style=mso-spacerun: yes>   Preço Médio
Polpa acerola style=mso-spacerun: yes>       Kg style=mso-spacerun: yes>         style=mso-spacerun: yes>   R$ 2,50
Polpa caju style=mso-spacerun: yes>         style=mso-spacerun: yes>    kg style=mso-spacerun: yes>         style=mso-spacerun: yes>    R$ 2,20
Polpa umbu style=mso-spacerun: yes>          kg style=mso-spacerun: yes>        style=mso-spacerun: yes>    R$ 2,50
Doce de Umbu style=mso-spacerun: yes>      kg style=mso-spacerun: yes>        style=mso-spacerun: yes>    R$ 4,00
Cocada de Coco style=mso-spacerun: yes>  style=mso-spacerun: yes>  kg style=mso-spacerun: yes>        style=mso-spacerun: yes>    R$ 4,00
Bolo de milho style=mso-spacerun: yes>      style=mso-spacerun: yes>  kg style=mso-spacerun: yes>        style=mso-spacerun: yes>    R$ 3,50
Bolo batata doce  kg style=mso-spacerun: yes>         style=mso-spacerun: yes>    R$ 3,50
Mel de abelha style=mso-spacerun: yes>       kg style=mso-spacerun: yes>        style=mso-spacerun: yes>    R$ 7,00
Abóbora Caboclo  kg style=mso-spacerun: yes>        style=mso-spacerun: yes>    R$ 1,30
Abóbora Leite style=mso-spacerun: yes>      style=mso-spacerun: yes>  kg style=mso-spacerun: yes>        style=mso-spacerun: yes>    R$ 0,91
Batata doce style=mso-spacerun: yes>         style=mso-spacerun: yes>   kg style=mso-spacerun: yes>        style=mso-spacerun: yes>    R$ 0,77
Macaxeira style=mso-spacerun: yes>           style=mso-spacerun: yes>   kg style=mso-spacerun: yes>        style=mso-spacerun: yes>    R$ 0,77
Maxixe style=mso-spacerun: yes>              style=mso-spacerun: yes>      kg style=mso-spacerun: yes>        style=mso-spacerun: yes>    R$ 2,18
Pinha style=mso-spacerun: yes>               style=mso-spacerun: yes>       kg style=mso-spacerun: yes>        style=mso-spacerun: yes>    R$ 1,27
Quiabo style=mso-spacerun: yes>              style=mso-spacerun: yes>     kg style=mso-spacerun: yes>        style=mso-spacerun: yes>    R$ 2,24
Alface style=mso-spacerun: yes>              style=mso-spacerun: yes>       kg style=mso-spacerun: yes>         style=mso-spacerun: yes>   R$ 2,09
Coentro style=mso-spacerun: yes>                  kg style=mso-spacerun: yes>         style=mso-spacerun: yes>   R$ 1,70
Cebolinha style=mso-spacerun: yes>           style=mso-spacerun: yes>    kg style=mso-spacerun: yes>         style=mso-spacerun: yes>   R$ 2,13
Milho verde style=mso-spacerun: yes>         style=mso-spacerun: yes>   kg style=mso-spacerun: yes>         style=mso-spacerun: yes>   R$ 0,74
Feijão verde style=mso-spacerun: yes>           kg style=mso-spacerun: yes>            R$ 1,36 style=mso-spacerun: yes>             

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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