Sindicalista evidencia ações agroecológicas na agricultura familiar de Lagoa Seca e região

O ano agrícola 2020 no município de Lagoa Seca registra resultados positivos para a agricultura familiar com ênfase na agroecologia e as ações sindicais mesmo atendendo as dinâmicas protocolares dos órgãos de saúde pública em consequência do novo coronavírus.

Conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Nelson Ferreira dos Santos, durante todo esse período da pandemia, a entidade sindical vem desenvolvendo um trabalho permanente das questões previdenciárias, emissão das DAPs junto aos associados já que o quadro de profissionais da Empaer se afastou por serem profissionais dos grupos de risco, realização de reuniões via redes sociais e atividades com distanciamento, dentre outras práticas que também se realizam pelas diversas entidades do Polo Borborema. “A própria organização da ASA também tem feito isso e a gente sabe da importância que vem do campo quando a gente sabe que nenhum outro setor urbano ou ramo produtivo, até mesmo empresarial dos grandes centros urbanos, dependem do setor rural, da produção de alimentos”, justifica Ferreira Santos ao dialogar com nosso público ouvinte Domingo Rural justificando a permanente capacidade produtiva do campesinato enquanto gerador de alimentos atendendo todos os requisitos de saúde diante da pandemia.

Ferreira Santos fez verdadeiro balanço da falta de políticas públicas por parte dos governos já que a população foi convidada a se isolar em quarentenas sem que políticas eficientes fossem desenvolvidas em favor da população consumidora no meio urbano e para a produção no meio rural fazendo com que não circulassem recursos nos mercados de cada municipalidade e garante que ações importantes pelas entidades estão em curso no decorrer desse segundo semestre do ano objetivando manutenção e conquistas de direitos. “A partir de outubro vamos ter a grande campanha do cadastramento da inscrição do trabalhador rural junto a Previdência Social, essa inscrição é obrigatória e é de responsabilidade dos sindicatos e dos trabalhadores, de quem está no campo, quem está em suas roças, jovens a partir de 16 anos até 59 para os homens e até 54 anos para as mulheres fazerem o cadastro da inscrição da Previdência Social porque na reforma da previdência ficou para até dezembro de 2023”, explica dizendo que as entidades sindicais camponesas estão atentas para evitar quaisquer prejuízos para o morador trabalhador do campo. “Essa responsabilidade é dos trabalhadores e do sindicato, e a gente vai fazer uma campanha maciça nesse campo de fazer a inscrição dos trabalhadores, nós daqui do sindicato de Lagoa Seca e sindicatos do Polo já estamos nos articulando para esse chamamento dos agricultores para essas inscrições da Previdência Social”, relata.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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