Volume das chuvas dificulta coleta do leite em toda a região do Cariri paraibano

A coleta do leite vem enfrentando efeitos das chuvas em todo o Cariri paraibano já que com o alto volume de chuvas causou buraqueiras, erosões, quebra de pontes dentre outros transtornos o que tem aumentado os custos do beneficiamento do leite pelas empresas beneficiadoras do produto.

style=FONT-FAMILY: Roman?,?serif? New ?Times>Segundo o diretor sócio da Cooapecal, Cooperativa Agropecuária do Cariri, Marcelino Trovão de Melo, com as chuvas as estradas que dão até as fazendas nos diversos municípios do Cariri estão mudando por completo a realidade do dia a dia da empresa que tem a atribuição diária de fazer a coleta do produto para o beneficiamento e em seguida fazer a entrega dos produtos nos comércios das diversas cidades da Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco alem dos Programas Sociais. “É uma alegria muito grande a questão da chuva, pra gente é um mal que vem para o bem, é bom está chovendo que a gente sabe que o que o produtor precisa, agora é um transtorno muito grande que está sendo causado para a Cooperativa”, argumenta Trovão, relatando que são quatro caminhões para a coleta do leite e que com a questão das chuvas muitas estradas e pontas estão causando sérios transtornos para a coleta do produto. Ele disse que durante o mês de março já teve dias em que 40% dos tanques de resfriamento ficaram sem poder ser coletado o que tem feito com que trajetos de cerca de 20 quilômetros seja acrescido em mais de 200 quilômetros.

style=FONT-FAMILY: Roman?,?serif? New ?Times>Para a coleta do produto, Marcelino explicou que a Coopagel está se responsabilizando pelos elevados custos neste momento para que não tenha que passar ao consumidor e ou penalizar o produtor cooperado, assegurando que com os problemas apresentados na região, só foi possível abastecer o mercado graças a estrutura da empresa que tem seu estoque regulador, dizendo acreditar que a cooperativa já passou pelas experiências mais rigorosas mas que nos dias com elevada quantidade de chuvas os horários e a rotina de coleta e de entrega sofrem sensíveis mudanças. “Muda uma rotina completa, por exemplo: uma produção que eu ia realizar de meio dia às 17 horas e se aquele leite ao chegou naquele horário, automaticamente muda minha rotina completamente em todos os sentidos, a rotina dos funcionários passam a trabalhar na madrugada, a noite, as vezes o horário de distribuição, por exemplo programa de governo que o leite é pra chegar pela manhã e as vezes só chega a tarde, então isso realmente muda nossa rotina completamente”, explica Marcelino, assegurando que todo o esforço está sendo feito para cumprir todos os compromissos junto aos produtores, equilíbrio com os funcionários e entrega regular juntos aos comerciantes e consumidores.

style=FONT-FAMILY: Roman?,?serif? New ?Times>Ao contatar com a equipe Stúdio Rural, Marcelino falou da responsabilidade assumida pela empresa já que o trabalho envolve o comércio do Estado da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte numa atividade que envolve cerca de 1.250 produtores de leite espalhados em torno de 25 município da Paraíba com uma produção e coleta de cerca de 50 mil litros do produto.

style=FONT-FAMILY: Roman?,?serif? New ?Times>Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural
Foto : Sertão Informado com Stúdio Rural 

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