Projeto Mulher e Autonomia é lançado no Território do Cariri Ocidental paraibano

Mulher e Autonomia esse é o nome do novo projeto que está chegando ao Território do Cariri Ocidental e que teve seu lançamento no último dia 12 de junho na reunião de desenvolvimento do Território da Cidadania na cidade de Prata.

O anúncio foi feito pela representante da entidade defensora de ações para a mulher, style=LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: ‘Calibri’,’sans-serif’; FONT-SIZE: 11pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA>Centro Feminista 8 de Março, Maria Elza Gomes, que falou para os presentes sobre a nova ação de mobilização na região, justificando que estava chegando para conhecer as dinâmicas já trabalhadas naquela microrregião. “O objetiva da minha vinda foi no sentido de está trazendo pra o Cariri mais ação no campo de organização das mulheres através do Projeto Mulheres e Autonomia e que vai trabalhar aqui na região do Cariri Ocidental na parte da melhor participação da mulher nos espaços territoriais na busca das políticas públicas dentro dessas construções do MDA”.

Elza informou que o movimento atua em nove estados e desenvolve um trabalho específico com trabalhadoras rurais, assentadas da reforma agrária numa lógica de trabalho de articulação onde dentro da luta territorial as mulheres possam dar continuidade aos trabalhos implantados. “A gente percebe no dia a dia que as mulheres ainda não estão inseridas da forma como deveriam está, os espaços ficam as vezes muito polemizados e aí é que estamos para defender o interesse da mulher porque muitas vezes se ela não está organizadafica na luta fica muito mais difícil”.

Ela disse que muito tem a ser discutido sobre o papel da mulher no meio rural. “Vamos discutir a questão da valorização da mulher, o trabalho das mulheres, as questões relacionadas á gênero, a parte de comercialização de produção, todo o processo de documentação da mulher e queremos saber até que ponto a mulher tem garantido a sua documentação”.

Ao dialogar com Stúdio Rural ela informou que o projeto se desenvolve em quatro metas: processo inicial em chegar ao território para conhecer a realidade local; formular um processo de discussão para a formação de um comitê de mulheres dentro do território que envolva as categorias de produção diversas; trabalhar as ações do MDA a partir de capacitações com oficinas e seminários além da documentação da mulher trabalhadora e a quarta meta está mais relacionada ao processo de acompanhamento de relatórios, acrescentando que todas as ações serão desenvolvidas com financiamento do MDA, Ministério do Desenvolvimento Agrário, através do Programa de Promoção da Igualdade de Gênero e Etnia (Pepigre).

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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