AS-PTA realiza oficina de capacitação de pedreiros em Catolé de Queimadas

Como parte das ações de implantação do Projeto Uma Terra e Duas( P1+2) na Paraíba, a AS-PTA, Unidade Gestora Territorial (UGT), da região do Pólo da Borborema, realizou a I Oficina de capacitação de pedreiros, no período de 04 a 15 de maio na Comunidade Catolé, município de Queimadas.

Segundo a assessora de comunicação daquela Unidade Gestora, Allana Coutinho, durante esse período, 14 pedreiros de diversos municípios aprenderam os conceitos de uma cisterna calçadão e todo o processo de construção onde os capacitando colocaram a mão na massa e aprenderam passo a passo as etapas de construção da cisterna, visando o aperfeiçoamento. “O primeiro passo é cavar o buraco, trabalho realizado pela contrapartida da família beneficiária”, informa a assessora ao dialogar com Stúdio Rural, acrescentando que com o buraco da cisterna já escavado, as placas de cimento são feitas em formas pré-moldadas, cada pedreiro aprende na prática como construir as placas que vão forrar a cisterna.

Ela informou ainda que uma cisterna leva em média 28 dias para ser finalizada, desde a fase da escavação do buraco até a cobertura com a tampa e a construção da calçada e que, de acordo com os pedreiros, a parte mais complicada da construção está na fundação, na escavação do buraco e na concretagem. “A capacitação está sendo ministrada pelo pedreiro pernambucano José Alves de Brito, morador do município de Afogados da Ingazeira”, complementa Coutinho.

Aquela assessora citou como exemplo de beneficiária a família da agricultora Maria José Martins de Oliveira (37) que na propriedade já tem a cisterna de placas (16 mil litros), que é utilizada para as atividades domésticas e consumo da família. “Para dona Maria a nova cisterna calçadão é uma maravilha, pois assim, ela não vai precisar pegar mais água no Tanque que fica a 300 metros da sua casa, para dar de beber aos animais”, relata a jornalista, evidenciando a alegria em ter a cisterna para a produção de verduras e legumes.

Pra finalizar, Allana lembra que o Programa Uma Terra e Duas Águas é um instrumento criado a partir da necessidade das famílias agricultoras de possuírem mais água para produção de alimento em suas propriedades. “O programa é singular, assim como a sua nomenclatura, P1+2 – onde o algarismo “1”, sugere a terra que será utilizada no plantio e o “2”, os dois tipos de água, a água para beber e produção”.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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