Barra de Santana recebe variedade de palma da Emepa para multiplicação naquele município

O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Barra de Santana recebeu a nova variedade de palma da Emepa, PALMEPA-PB1, objetivando criar as condições de convivência com a praga Cochonilha do Carmim que vem devastando os palmais em diversos municípios produtores no Estado da Paraíba.

Na última sexta-feira(04/02) o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais daquele município, Paulo Medeiros Barreto, compareceu ao centro de pesquisas da Emepa, em Lagoa Seca, para receber 2500 raquetes, transferir para o município e dar início ao trabalho de plantio da nova variedade e iniciar o trabalho de multiplicação de culturas e de conhecimento através de palestras, encontros, oficinas, dentre outras. “Graças á Deus nós conseguimos já fechar essa parceria, já estamos saindo daqui hoje com o material pra fazer a primeira unidade demonstrativa e fazer o plantio, o material já nos foi entregue e a gente está indo agora pra campo pra começar ainda hoje já colocar essa palma, plantar essas raquetes ainda hoje”, explica aquele líder sindical, assegurando que a meta do sindicato e conscientizar e ao mesmo tempo criar as condições de convivência, evitando prejuízos vultosos a exemplo do que aconteceu com a região do Cariri Ocidental.

O pesquisador da Emepa, Edson Batista Lopes, explicou que durante toda a semana passada fez entregue de variedades resistentes a diversos municípios do Cariri Ocidental e, ao mesmo tempo, ao município de Barra de Santana, no Cariri Oriental e garante que aquele município está agindo certo em fazer o trabalho de forma antecipada ao ataque da praga. “Estão começando em bom tempo, porque eles estão antecipando a chegada da cochonilha, então a melhor coisa do mundo é você se antecipar ao inimigo, saber que o inimigo está próximo e você montar exatamente aquela barreira pra puder você não deixar que o inimigo ultrapasse aquela barreira, então o município de Barra de Santana está agindo de forma correta porque se a gente considerar hoje é um dos municípios que mais fornece leite para o leite Cariri”, explica aquele pesquisador das novas variedades, acrescentando que o trabalho terá continuidade no município de Caturité onde a palma forrageira está sendo devastada.

Batista Lopes informou que a dinâmica de trabalho é fazer com que os pecuaristas de cada município receba as variedades para a multiplicação e repassem para que outros produtores façam o mesmo dentro de uma lógica solidária. “Eu tenho dito na região de Monteiro que cada folha de palma que eu repasso para o agricultor tenho certeza absoluta que ele vai pegar aquela folha de palma no próximo ano e vai repassar pra seu vizinho, então esse efeito multiplicador é a coisa mais interessante nesse programa de governo que nós estamos implementando”.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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