Fruticultura de Assunção recebe projeto para fortalecimento da economia microrregional

A atividade da fruticultura de Assunção e região sofrerá um impacto positivo em sua estrutura já que o que estava faltando eram projetos de apoio aos produtores que já vêm fazendo um trabalho local com a atividade da cajucultura, especialmente.

A afirmativa é do presidente da Associação dos Fruticultores do município de Assunção, José Francelino Neto(foto), ao se reportar ao projeto do MDA que teve sua homologação por parte das representações nas discussões territoriais do Cariri Ocidental em reunião realizada no último dia 12 de junho na cidade de Prata, projeto que destina recursos para a construção de uma unidade de beneficiamento dos produtos da fruticultura de municípios daquela microrregião. “A gente tem sido muito feliz, conseguimos levar para Assunção essa unidade de beneficiamento de frutas que vai beneficiar não só Assunção, mas vai beneficiar o Cariri, nós esperamos dar o ponta pé inicial e servir de exemplo para que isso seja expansivo e se expanda por outro município como está sendo aprovado aí para Sumé”.

Francelino disse que os agricultores de Assunção já têm ampla experiência com a fruticultura, e com os equipamentos instalados naquele município, muitas atividades estarão sendo desenvolvidas, gerando trabalho e renda para componentes de muitas famílias da região que passarão a beneficiar a produção na época da safra e conquistarão o mercado fora do período da produção, conquistando preços dentro da realidade oferta e procura.

Em razão da falta de equipamentos, os agricultores registram forte perda todos os anos já que da cajucultura estão aproveitando apenas a castanha e deixando de aproveitar o pseudofruto que poderá ser transformado em produtos diversos. “A gente vem ao longo dos anos tendo um grande desperdício de uma matéria prima muito excelente que é o caju, que é o pseudofruto, aproveita-se a castanha como você citou e grande parte do caju não se aproveita nem pra ração animal. Pra você ter uma idéia, o bagaço do caju depois de extraído a polpa ele dá uma excelente ração animal porque ele contém 14% de proteína bruta e vem ao longo dos anos jogado fora e a nossa luta é pra tentar iniciar esse processo de aproveitamento tanto para a alimentação humana como o resíduo dessa indústria vai servir como ração animal”, explica aquela liderança.

Francelino explicou que a cultura da pinha(fruta do Conde) é muito produzida, mas já encontra importantes mercados a exemplo do Rio de Janeiro e São Paulo que recebem a produção a preços valorizados. “A gente espera colher os resultados desses longos anos de luta, porque isso não se consegue de um dia pra noite, eu nessas reuniões que eu participei agora recentemente a gente observa que esse dinheiro do Governo Federal é um dinheiro bom e aí a gente precisa aplicar também esse dinheiro, fazendo com que isso renda resultados e que sirva de referência, sirva de exemplo para os demais municípios”.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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