Pesquisador da Embrapa evidencia algodão agroecológico em Dia de Campo na TV

Na próxima sexta-feira dia 17 de outubro a Embrapa Algodão estará participando de um Dia de Campo na TV, evento desenvolvido pela Embrapa Informações Tecnológicas em Brasília numa iniciativa da Embrapa Algodão em parceria com a ONG Arribaçã com Sede em Remígio, AS-PTA, Patac, Pólo Sindical da Borborema, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ciência e Tecnologia, Emater, Sindicatos dos Trabalhadores Rurais de Remígio, Cassarengue, Solânea dentre outras.

style=FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?>Fazendo parte das atividades estará presente o pesquisador da Embrapa Algodão, Melchior Anaelson Batista da Silva, que, ao visitar o Stúdio Rural nesta quarta-feira, garante que falará sobre o Manejo Agroecológico com Algodão no Semi-árido, numa perspectiva de repassar informações a cerca das experiências acumuladas com a produção de algodão num sistema ecologicamente correto. “É uma oportunidade que nós da Embrapa Algodão e os parceiros também temos pra divulgar esse trabalho, esse projeto reintrodução do algodão numa nova roupagem do algodão como uma forma de gerar renda, cidadania mas também qualidade de vida e saúde para os agricultores e consumidores do Semi-árido”, explica Batista.

style=FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?>O pesquisador informou que trata-se de um mercado em expansão exemplificando que ao mesmo tempo o representante da ONG Esplar, no Ceará, agrônomo Pedro Jorge, está participando de um evento mundial que está acontecendo na cidade do Porto em Portugal e que além dos Estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará os Estados do Piauí e Minas Gerais também estão desenvolvendo um trabalho nesta perspectiva de produção.

style=FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?>Ao dialogar com Stúdio Rural o pesquisador disse acreditar que os maiores questionamentos estarão em torno de como se deu a introdução da cultura em convivência com insetos e pragas especialmente o Bicudo, praga responsável pela queda da produção algodoeira na Região Nordeste no início dos anos 1.980. “É um pouco de tudo, além de responder perguntas dos jornalistas do Dia de Campo na TV, nós também iremos responder perguntas do público que liga lá para a emissora e a gente vai está respondendo desde a parte de controle de pragas, de convivência com as pragas até a comercialização, todas as partes do sistema de cultivo do algodão agroecológico aqui no Semi-árido sem dúvidas serão abordados neste programa”, argumenta o pesquisador embrapiano.

style=FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?>Melchior disse ser uma apresentação de fundamental importância já que estará falando para todo o Brasil, especialmente para o segmento do agronegócio do algodão em Estados como Mato Grosso, Bahia e Goiás que produzem numa escala de dependência dos agroquímicos num custo de produção por hectare que chega a até R$ 5 mil reais enquanto a agricultura familiar não ultrapassa os R$ 500 reais dentro de uma lógica de produção diversidade, aumentando a produtividade, diminuindo os custos e os riscos de perdas. “Vai ser uma coisa muito interessante porque nós vamos ter oportunidade de mostrar como o algodão agroecológico tem sido reintroduzido dentro dos sistemas familiares do Semi-árido que é totalmente averso e diferente do sistema de cultivo da região do Serrado que tem altas produtividades, que chove bem e que o custo de produção lá chega até a R$ 5 mil reais quando no levantamento que a gente tem feito aqui no Semi-árido esses custos ficam em torno de R$ 400,00 a R$ 500,00 reais”, antecipa o pesquisador. “A gente vê pelo o que está ocorrendo no mundo hoje, o caminho da agroecologia é o caminho certo porque hoje nós vemos a alta do dólar, as mudanças climáticas e as crises mundiais e certamente os custos de produção com o dólar alto, os custos de produção na região do Serrado também serão muito mais alto e a gente aqui com os preceitos da agroecologia, a gente tem diminuído o uso de insumos, a dependência dos insumos modernos que vem de fora da propriedade e apostando naquilo que o agricultor pode fazer, no conhecimento, na experiência do agricultor aliados a pesquisa e utilizando produtos que o próprio agricultor pode produzir e fazer dentro da propriedade sem demandar recursos que possa tornar o agricultor dependente”, reitera.

black; FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?; mso-fareast-font-family: ?Times New Roman?; mso-fareast-language: PT-BR>Segundo Melchior o quadro é animador tomando como base o fato de que atualmente o Nordeste já conta com uma produção de 150 toneladas do algodão agroecológico nesta safra 2008 contra 100 toneladas do ano passado(2007), experiências que já envolvem 500 famílias e que vem atraindo a atenção de parceiros em comprar o produto dentro de uma lógica de mercado justo citando como exemplo a empresa Veja Trade(França), Tudo bom?(França), CoeXis(Brasil), Natural Feshion(Paraíba-Brasil) e a Feshin Envao(França).

style=FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?>O Dia de Campo na TV será transmitido nesta sexta-feira(17), das 9h às 10h, direto dos estúdios da Embrapa Informação Tecnológica, para todo o Brasil, pela Sky/Net (Canal Rural, 23). Por meio de parabólica, o telespectador também pode assistir ao programa na recepção multiaberta (Banda C – transponder 6A2, polarização horizontal, freqüência 3930 MHz) ou antena doméstica (Banda L, freqüência 1220 MHz) com retransmissão no domingos pela Empresa Brasileira de Comunicação, sistema Radiobrás, com cobertura nacional devendo os telespectadores participarem pelo telefone 0800 6481 140, fax (61) 3273 8949 e ou e-mail [email protected] .

style=FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?>Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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