Agricultor pecuarista inicia experiência com silos forrageiros

Pela primeira vez e após ver e ouvir falar em experiências diversas com manutenção e guarda de ração seja silo e ou fenação, o agricultor familiar, José Roberto dos Santos, residente no Sítio Açudinho de Puxinanã resolveu iniciar-se na produção de ração via silo e garante que a prática vai melhorar seu sistema de produção na pecuária bovina de leite e corte. “Por causa dos outros anos, porque a fome que o gado passava tinha a necessidade de está tocalhando o gado, queimando cardeiro e faxeiro, até cabeça de agave a gente estava dando e, esse ano como sobrou uma raçãozinha eu tirei o gado para o Cariri e tomei essa iniciativa de fazer um silo e preparar-me para a próxima seca”, argumenta Roberto, dizendo que o silo está pronto com 33 toneladas que será preparada com outros produtos nutricionais para alimentação do rebanho.

O agricultor pecuarista falou sobre os custos para a produção da ração, mas diz que sem investir fica difícil desenvolver a pecuária e diz que fará esforços para comprar os equipamentos necessários para desenvolver a atividade em anos seguintes, buscando diminuir os custos de produção da ração. “Eu penso em continuar e penso em comprar uma motoenciladeira e um motor B13 porque as máquinas sendo minhas as coisas saem mais baratas, vou fazendo sem essa correria toda de está botando 10 ou 20 homens pra fazer tudo em um dia por causa do aluguel da máquina e sendo minha eu vou fazendo a partir de 10 ou 20 carroças de capim e vou fazendo devagar”, explica o pecuarista, comemorado que o ano foi de muita fartura e que em outros anos desenvolverá estratégias de produção e convivência com a realidade da região.

Roberto garante que irá desenvolver plantio das culturas de leucena e gliricídia para serem implementadas na ração do capim e milho, momento em que aproveitou para aconselhar os ouvintes e leitores para que desenvolvam plantios estratégicos de culturas apropriadas para o desenvolvimento da pecuária. “Se prevenir como eu estou me prevenindo, fazer silagem, senão não cria porque aqui nós temos dois anos bons e três ruins e então a gente não sabe aonde é que vai chegar os três ruins”, argumenta.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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