Coordenador da Emater evidencia importância de programa de sementes no Cariri Ocidental

É importante dizer que essa semente é de curto ciclo e uma semente pra nossa região. Vou relatar aqui um fato se me permites, porque é o seguinte: no ano passado como foi um ano de bom inverno na nossa região, pra muitos agricultores essa semente não prestou, porque era de ciclo curte e como choveu muito então a semente tradicional nossa avantajou-se e der um banho nessa outra. O problema é que quando chove pouco, essa semente(milho catingueiro) se desenvolve normalmente e produz normalmente, a tardia que é a nossa ela não consegue se desenvolver então temos que ter o cuidado que muitas vezes dizemos que a semente não presta. Não é isso, a semente é boa, semente qualificada, selecionada com grau de germinação mais de 90 por cento, altamente preparada para nossa região, o problema é quando não chove você vai ver qual é a semente melhor.

A afirmativa é do coordenador da Emater regional Serra Branca, Antônio Alberto, que em contato com a equipe Stúdio Rural faz um balanço sobre as sementes de feijão e milho distribuídos pelo governo federal através do MDA e produzido pela Embrapa Semi-árido de Petrolina-PE.

Alberto informou que os agricultores já estão plantando o milho catingueiro associado aos milhos tradicionais já que pela diferença no tempo de floração não correm o risco de cruzamento e degeneração. “E muitos agricultores de nossa região estão plantando das duas, porque ele chuta com os dois pés ao mesmo tempo, se chover a outra que ele plantou dá melhor, se não chover a que ele plantou essa semente dá melhor”, exemplifica o extensionista ao orientar o agricultor em diversificar o cultivo consorciado com o milho catingueiro do governo federal e afirmou que essa é a orientação a ser dada pela Emater a todas as famílias agricultoras da região.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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