Modalidade de trabalho na nova lei trabalhista é tema evidenciado por advogada em emissora de Campina Grande

Com a meta de falar sobre a nova modalidade de trabalho denominada home office ou teletrabalho, contida na nova reforma trabalhista, a advogada componente do Escritório de Advocacia Clovis Miranda Advogados, Rayane Tavares, participou da programação da Rádio CBN Campina Grande, na manhã desta sexta-feira, 02 de agosto.

No comando da jornalista Waléria Assunção, o tema detalhou informações sobre o que é essa nova modalidade, falou sobre as responsabilidades na relação patrão empregado, sobre produtividade nos resultados considerando que o trabalhador exerce seu trabalho em ambiência de sua residência ou estabelecimento fora da empresa. “Esse é um tema novo que traz muitas dúvidas e necessidades a serem preenchidas, então vamos lá”, inicia a entrevistada já explicando sobre o que caracteriza essa nova modalidade de trabalho. “É uma nova modalidade de contrato de trabalho surgida com a globalização e os avanços das tecnologias, é um trabalho no qual a prestação de serviço acontece fora das dependências da empresa, com a utilização de tecnologias de informação e comunicação, então é isso que diferencia ele basicamente do trabalho externo. A gente percebe que a tradução quer dizer trabalho em casa, mas não necessariamente esse trabalho precisa ser realizado no domicílio do empregado”, explica aquela advogada ao iniciar diálogo com o público ouvinte CBN Campina Grande trazendo informações esclarecedoras.

Falar sobre as responsabilidades na aquisição, fornecimento e manutenção de equipamentos tecnológicos, pagamento dos custos pela execução do trabalho dentre outros foram evidenciados e esclarecidos. “Na verdade a lei não foi específica neste caso, ela diz que vai ficar a critério do empregador e do empregado dispor de quem vai ficar responsável por fornecer esse material, pode o empregador chegar e dizer ‘eu vou fornecer aqui o material aqui e você fica responsável pela manutenção ou então você compra o material e a gente vai lhe ressarcir’, então a lei permite que haja essa disposição, esse acordo entre ambas partes”, ilustra.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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